Teen

Buceta gordinha adolescente lésbica nylon

lésbica nylon gordinha adolescente buceta

lésbica nylon gordinha adolescente buceta

lésbica nylon gordinha adolescente buceta

lésbica nylon gordinha adolescente buceta

lésbica nylon gordinha adolescente buceta

lésbica nylon gordinha adolescente buceta

lésbica nylon gordinha adolescente buceta

lésbica nylon gordinha adolescente buceta

lésbica nylon gordinha adolescente buceta

lésbica nylon gordinha adolescente buceta

Milf japonesa sofia rosa nude
lésbica nylon gordinha adolescente buceta

lésbica nylon gordinha adolescente buceta

lésbica nylon gordinha adolescente buceta

lésbica nylon gordinha adolescente buceta

lésbica nylon gordinha adolescente buceta

lésbica nylon gordinha adolescente buceta

lésbica nylon gordinha adolescente buceta

lésbica nylon gordinha adolescente buceta

lésbica nylon gordinha adolescente buceta

lésbica nylon gordinha adolescente buceta

lésbica nylon gordinha adolescente buceta

lésbica nylon gordinha adolescente buceta

lésbica nylon gordinha adolescente buceta

lésbica nylon gordinha adolescente buceta

lésbica nylon gordinha adolescente buceta

O NaNo terminou, eu venci, e finalizei a história meses depois. Alice estava prestes a escrever seu primeiro livro, e um novo capítulo na sua vida amorosa. Li isto na internet. Numa dessas redes sociais moderninhas, e rebloguei. Ah, desculpe a falta de jeito, meu nome é Alice, como a do livro de Lewis Carroll. Pelo menos ela sabia que havia um livro com esse nome. Entre os duzentos e quarenta spams, havia um e-mail que eu quase apaguei por engano, julgando ser também lixo eletrônico, de uma tal Editora Renome.

Mas era realmente direcionado à mim, e era um agendamento de entrevista. Apareceram patrocinadores, ganhei milhares de visitantes, e hoje em dia até vem uma grana interessante dele, nada espetacular, mas um monte de gente agora me conhece.

Pelo menos na internet. Tentei ir bem vestida, mas isso era um assunto complicado para mim, eu gostava do quanto mais simples melhor, o bom e velho jeans e camiseta e All Star e uma jaqueta. Mas mantive o All Star, até peguei o que estava limpo, o verde musgo. Na sala onde eu estava agora, a minha frente além do Robério havia uma grande mesa larga, abarrotada de pilhas de papéis, ao meu lado uma janela larga coberta por persianas fininhas, fechadas.

Queremos que você escreva um livro para nós. Um romance, algo jovem e fresco, com o mesmo ritmo e vigor que você usa nos seus textos, mas com uma narrativa mais longa e encorpada.

Confesso que era um valor bem legal. Ah, e tem um detalhe. É sucesso na certa. Ok, ele havia me convencido que era uma boa ideia escrever um livro. E convenhamos, essa ideia mexe com os brios de qualquer pessoa que goste de escrever. Eu gosto de fazer isso desde que me conheço por gente. Liguei para Maria, Si e Bernardo chamando para o bar de sempre, o Bear.

Eu sempre gostei da sinceridade a flor da pele de Maria, uma ruiva alta com cabelo de ferrugem, com algumas sardas na bochecha, minha melhor amiga desde a época do cursinho. Ou mestrado. Fomos semiamigas na faculdade por alguns anos, depois nos tornamos amigas, e começamos a ficar. Por quê? Quer um motivo maior? Era mais nova que nós, tinha vinte e três. Eu adorava aquele sorriso torto dela, quando subia um canto da boca meio que me chamando para um beijo.

E eu sempre ia. Quando realmente acordei e levantei percebi que ela havia feito café para mim, Si era uma boa menina. Eu o encarava em silêncio, e ele fazia o mesmo. Ulisses malhava, tinha um bom corpo para seus quarenta anos, pelo menos era o que aparentava.

Meu editor era um nazi-editor. Anote este termo. Iremos trocar e-mails e telefonemas, além de visitas regulares. Você tem e-mail certo? Provavelmente a cor das minhas bochechas naquele momento era vermelho-estou-morrendo-de-vergonha. Ele pegou uma caneta, abriu um caderno com capa preta e começou a fazer anotações. Uns cinco minutos depois, ele para bruscamente a escrita e fecha o caderno como se fechando a caixa de pandora, e me encara com aqueles olhos insanos.

Após trocarmos e-mails saí meio que correndo da sala dele, esqueci até que ia tomar café na cafeteria naquela rua. Como que um rio pode ter três margens Alice?

Mas o título é pertinente. Ficou um tempo olhando para a TV, pensativa. Eu tinha Maria, minha idade. Bernardo, minha idade. Si, mais nova.

E Felipe, Mabel e Karina, que eventualmente saiam com a gente, ou frequentavam nossas casas, todos da época da faculdade, ou seja: minha idade.

Bernardo tinha uma garota com quem saia às vezes, Fernanda, e que saia com a gente: vinte aninhos. Meus pais e tios, todos haviam ficado no interior.

Na empresa onde eu trabalhava algumas poucas horas por semana, quase todo mundo tinha menos de trinta, até o dono tinha menos de trinta. As aulas de baixo que eu fazia? Sem mais.

Comecei a procurar por balzaquianos com quem eu pudesse conviver, gente com mais de trinta que eu pudesse absorver um pouco da sua vivência.

Zé Irineu é o porteiro do meu prédio. Tudo bem, ele tinha todo direito em insultar minha inteligência, eu sei que insultei a dele com o nome do livro. Sorri e esperei ele buscar o pacote numa portinha ao lado, enquanto isso relanceei os olhos no mural, para ver se a taxa de condomínio havia subido novamente.

E foi assim que tive a melhor ideia da minha vida. Mandei mensagens para os celulares do meu trio preferido. Eu também me animei, sorri e me virei para o computador. Coloque algo sobre disponibilidade para sair, passear e tal. Tinha que dar resultado. Tem bastante movimento e é perto da delegacia. Si tinha almoço em família, Maria simplesmente sumiu enquanto eu dormia.

Olhei para Bernardo, suspirei e comecei a ler as mensagens na rede social, deixaria os e-mails para depois. É internet Alice, você esperava o quê? Gente te mandando o currículo em PDF? E tem as perguntas que irei fazer, que preencherei com caneta à medida que forem me respondendo.

Eu estava surpresa com a quantidade de inscrições sérias, admito. Sei que preciso manter as expectativas altas, ou pelo menos médias, mas agora estava finalmente caindo na real. Só um minuto, vou pegar sua ficha aqui para preencher. Nos despedimos de Gualberto e eu estava agora um pouquinho mais pessimista do que antes de iniciar a seletiva. E um pouquinho mais triste com a humanidade também. Sorri, e meu sorriso quase entregou o trocadilho que estava fazendo com o nome dela dentro da minha mente poluída.

Maria percebeu, e ria de mim. Ir ao cinema, ir à bares, festas, coisas do tipo? Se vocês vissem a cruzada de pernas que ela deu nesse momento, teriam pena da Sharon Stone em Instinto Selvagem. Meus olhos e os de Maria arregalaram em sincronia. Me concentrei e fiz a próxima pergunta. Eu realmente estou procurando por duas novas amizades, mas é só isso mesmo, amizade, convivência, sem sexo, entende? Motivos suficientes? Logo chegou nossa próxima entrevistada, uma mulher de longos, longos cabelos castanhos e franja que quase cobria os olhos.

Tinha grandes olhos e era meio corcunda. Usava um casaco de moleton preto com listras amarelas nos braços, e um broche verde com o desenho de uma cobra. Ela trazia uma daquelas bolsas tipo carteiro, parecia abarrotada. E tinha algo desenhado na testa. Ir ao cinema, ir a bares, festas, coisas do tipo? Li os livros, vi os filmes mas paro por aí mesmo. E se você se inscrever esse mês ganha uma varinha! Sarah Potter levantou-se bruscamente, pegou sua varinha e me fitou com os olhos semicerrados.

Apontou a vara para mim e bradou. Até finalmente Maria quebrar o silêncio. Porém alguns haviam faltado, e só restavam quatro. O das dezenove estava atrasado e eu estava torcendo para que faltasse também. Fui até o banheiro lavar o rosto para recuperar um pouco de ânimo. Me aproximei do espelho, encarei meus olhos arredondados e da cor da madeira razoavelmente escura daquela bancada, com sinais de cansaço, meu rosto meio quadrado, sabe aquele animais que comem e guardam uma reserva na bochecha?

Eu me parecia com eles, por causa desses dois ossos pontudos além da conta formando meus maxilares, abaixo das orelhas. Ela queria me agradar. Deduzia tudo isso virando o rosto de um lado para o outro, na frente do espelho com marcas de dedos.

0 Comment

Leave a Comment

Privacy Settings
We use cookies to enhance your experience while using our website. If you are using our Services via a browser you can restrict, block or remove cookies through your web browser settings. We also use content and scripts from third parties that may use tracking technologies. You can selectively provide your consent below to allow such third party embeds. For complete information about the cookies we use, data we collect and how we process them, please check our Privacy Policy
Youtube
Consent to display content from Youtube
Vimeo
Consent to display content from Vimeo
Google Maps
Consent to display content from Google