Teen

Peitos grandes e adolescentes nus gozadas

e peitos adolescentes gozadas grandes nus

e peitos adolescentes gozadas grandes nus

e peitos adolescentes gozadas grandes nus

e peitos adolescentes gozadas grandes nus

e peitos adolescentes gozadas grandes nus

e peitos adolescentes gozadas grandes nus

e peitos adolescentes gozadas grandes nus

e peitos adolescentes gozadas grandes nus

e peitos adolescentes gozadas grandes nus

e peitos adolescentes gozadas grandes nus

Milf japonesa sofia rosa nude
e peitos adolescentes gozadas grandes nus

e peitos adolescentes gozadas grandes nus

e peitos adolescentes gozadas grandes nus

e peitos adolescentes gozadas grandes nus

e peitos adolescentes gozadas grandes nus

e peitos adolescentes gozadas grandes nus

e peitos adolescentes gozadas grandes nus

e peitos adolescentes gozadas grandes nus

e peitos adolescentes gozadas grandes nus

e peitos adolescentes gozadas grandes nus

e peitos adolescentes gozadas grandes nus

e peitos adolescentes gozadas grandes nus

e peitos adolescentes gozadas grandes nus

e peitos adolescentes gozadas grandes nus

e peitos adolescentes gozadas grandes nus

Clockwork Orange: violence or violation? O artigo investiga o filme Laranja Mecânica de Stanley Kubrick, realizado em The article analyzes the film Clockwork Orange by Stanley Kubrick, made in In opposition to the traditional analyses which try to see this film as a libel against violence — or curiously, an apology for this same violence —, the purpose here is to give an interpretation which follows the visual fundaments that render the spectator this perception of "violence", emphasizing there mainly the values put into evidence by the images the film shows us.

Consequently an analytical redirectioning of well-watched and discussed film is suggested, and other fundamental elements are brought to light as well as the manner by which these elements are exposed to the audience, in order to build up a new dimension of unexpected meanings.

Keywords: Clockwork Orange, violence, sex, moral, fiction, future. O filme de Stanley Kubrick é um filme sobre o futuro. Esta frase, por si só, pelo óbvio a que remete e pelas evidências que espelha, deveria deixar o nosso leitor intrigado e insatisfeito. Insatisfeito pela total e absoluta falta de mediações que parece conter.

Nada temos por aqui que se assemelhe ao futuro ascético das ficções que nos acostumamos a ver. Nada temos aqui de um mundo limpo, como aquele que o mesmo Kubrick nos brindou com o seu - Uma odisséia no. Mas, mesmo em filmes que ficavam neste mesmo registro, o que as imagens nos propunham era algo muito diferente.

Tudo parece funcionar sozinho, aparecendo o homem, com suas vontades e seus desejos, como o elemento perturbador de uma ordem estabelecida para ser para todos o melhor dos mundos, com suas estratificações e perspectivas desde sempre determinadas.

A viagem, na verdade, parece querer sempre começar e terminar dentro de nós mesmos. O mundo de nossa Laranja Mecânica é singular. As diferenças parecem mantidas, imiscuídas nas entranhas das coisas e em seus lugares, nas pessoas e em suas vidas.

Bruni, Seu hall de entrada é muito peculiar. Este mesmo ambiente se redobra no prédio no qual ele mora. A cozinha é especial. No banheiro, estas placas têm a forma de losangos, sendo os laranjas substituídos por outros amarelos-ocre. Isto força as cadeiras a ficarem encostadas cada qual em uma das paredes, apertando contra a mesa as barrigas de quem nelas senta. Uma de sua paredes é tomada por uma infinidade de pequenos globos prateados, rigorosamente distribuídos e que tudo refletem de maneira desigual e embaralhada, terminando sobre um bar semicircular que lhe toma todo o canto.

É uma mistura trabalhada com requinte, nesta tentativa de nos mostrar um ambiente que se aproximasse de um futurístico pós-retrô kitsch. A leiteria na qual eles se dopam, antes e depois de suas aventuras, é também trabalhada com detalhes. Tudo permanecia muito familiar, tudo parecia muito perto, no tempo e no espaço.

De qualquer jeito, ele nos é mostrado como um amontoado de coisas e pessoas, onde o velho convive com o novo sem destruí-lo, tornando-se sua memória viva. Ao clean do futuro dos outros filmes, Kubrick nos mostra este emaranhado de visões contrastantes e compartilhadas, nesta convivência complexa de momentos variados.

Ou, até mesmo, um passado imperfeito, onde nada parece estar em perfeita sincronia nem consigo mesmo. O sexo brota, sob nossas vistas, nas mais variadas formas e dimensões. Mesmo as roupas que eles usam nos remetem a isso.

Esta parece ser a roupa de gangue "da moda", como nos atestam os filmes que Alex vê em suas sessões "terapêuticas" de cinema. É lugar-comum interpretar-se este filme de Kubrick como um libelo contra a violência 2. Comecemos pelas cenas de violência propriamente física.

Aqui, sexo e violência parecem andar juntos. Lembremos das imagens da briga com Billy Boy. A cena começa com uma valsa tocando ao fundo. A câmera começa a se afastar e passamos aí a vislumbrar um rosto esculpido em madeira e pintado em dourado, que depois nos damos conta ser a parte de cima do ornamento do palco de um teatro abandonado. É um nu frontal, em todos os seus detalhes, sem esconder nem omitir nenhum deles.

Aqui, como nas outras cenas, tudo nos é mostrado sem mediações 3. Ouvimos uma garrafa que rola e, antes de podermos ver, ouvimos Alex chamando-os para uma pequena luta. Ao fundo introduz-se também a voz de Alex, como narrador de sua própria história. A briga posterior, entre os próprios membros da gangue de Alex, ao ser filmada em câmara lenta, realça esta perspectiva. Eles andam ao lado de uma marina. A cena do espancamento do mendigo, momentos antes, havia utilizado os mesmos referenciais.

A luz de novo é lateral e muito forte. Isto cria uma sombra imensa que acompanha todos os movimentos e que aumenta a dramaticidade da imagem que estamos vendo. Mas é o close do rosto de Alex, que vemos a seguir, que vai nos causar as mais estranhas sensações.

Este rosto é, na verdade, mais aterrorizador do que a cena do espancamento que se segue. Após invadirem a casa, descem as escadas da sala de estar. Vemos Dim carregando a mulher do escritor que se debate em suas costas. Ela se veste com uma roupa colante vermelha, que lhe realça as formas esbeltas e alongadas. Enquanto isto, Alex pula os degraus da escada e chuta o rosto do escritor, como se tudo nada mais fosse do que um passo de balé que executa. Ao começar a cantar Singing in the Rain, Alex começa a chutar o escritor nos testículos, para após começar a cortar a roupa de sua esposa.

Este momento é extremamente aflitivo. Ele chega girando uma tesoura no dedo. O estupro acaba se fazendo visualmente, quando ele se ajoelha perto do escritor.

Alex pede ao escritor que veja bem o que ele vai fazer. Porém, nós só podemos ver mesmo é a cara do escritor, com uma bolinha dentro da boca, preso por Georgie que o segura.

Tudo o que possamos sentir advém de seu rosto crispado, de seus olhos esbugalhados e de suas sobrancelhas arqueadas.

Isto nos faz pensar se este é realmente o centro das preocupações do que nos é mostrado, ou se estamos de novo olhando para o lugar errado. Eles simplesmente a fazem, sem mais nem menos. Logo em seu início, vemos a câmera mostrando um close do rosto de Alex, que nos é dado a ver em todos os seus detalhes e peculiaridades.

Seu rosto é tomado de cima, com o chapéu coco a lhe cobrir toda a testa. Além disso, para completar o quadro, Alex usa em seu olho direito longos cílios postiços. Vejamos mais de perto alguns desses momentos. Uma cena que aparece logo no início do filme, no primeiro retorno de Alex para casa, é bastante significativa. Com a maior naturalidade do mundo, como se ninguém estivesse olhando, como muitos fazem cotidianamente.

Na primeira delas, Jesus aparece carregando sua cruz, com a coroa de espinhos a lhe fazer sangrar a fronte, enquanto ouvimos o barulho dos chicotes que estalam em suas costas. A partir dele nada podemos deduzir ou saber. Mas este nu é, ao mesmo tempo, cuidadosamente camuflado. Ele abaixa suas calças e retira sua cueca em frente de uma mesa onde um guarda encaixota os seus pertences. Até o momento em que seu conjunto desconexo começa a adquirir finalmente algum significado.

É dentro deste registro que podemos apreciar a cena em que ele se encontra com as duas teenagers na frente da loja de discos. Como a nos dizer que o filme é construído desta mesma maneira circular e que, para compreendê-lo, devemos vasculhar cuidadosamente estes caminhos incertos.

Perguntado sobre o que deseja, "Gogol, Zhivago, Sétimo Céu? Vemos outras pinturas com o mesmo tema, sempre com mulheres nuas. Temos, ao lado da porta, uma grande tela com uma mulher de costas, vestida com meias roxas e nos expondo seu traseiro gigantesco.

Em frente a esta tela, em tons de amarelo, uma outra mulher nua de costas, quase deitada, que nos mostra com detalhes os desenhos de sua vagina. No meio da parede, uma outra nos mostra um seio branco que é beijado por outra mulher, que coloca caprichosamente a língua bem na ponta de seu mamilo, tudo isso no meio de mais e mais gatos.

A imagem é absolutamente risível. Isto é uma obra de arte muito importante". Mas o mais curioso vai acontecer quando ele a empurra para baixo. Ao se sentir ofendida por Alex, a senhora da fazenda resolve agredi-lo com um busto que estava sobre a mesa e este, para se defender, empunha a escultura colocando-a sobre a cintura, para manter, como um longo pênis, a distância que os separam.

Afinal, tudo é relativo e o tamanho das coisas também dependem dos olhos que as contemplam. O primeiro, de onde sai a imagem da boca final, mostra um corpo nu de mulher que possui aquela boca peculiar, com seus olhos esbugalhados e sem pupilas. No seguinte aparece novamente aquela boca. Depois, um outro par de seios, agora em um corpo deitado do qual podemos ver apenas do umbigo até o lenço que lhe envolve o pescoço.

O quadro da boca aparece de novo. Na seqüência voltamos a ver os seios. Seio no varal, e boca final, completam o nosso trajeto. Tudo isso em apenas frações de segundo.

Esta cena marca uma mudança radical na trajetória de Alex e o fim de sua primeira fase no filme. Levando à morte. O sexo mata ou a morte do sexo? Elas acontecem em uma sala de cinema como qualquer outra. O que vai distingui-la dos cinemas convencionais é o lugar de honra reservado ao nosso protagonista. Nada vemos. Os filmes nada têm de muito espantoso naquele contexto.

6 Comment

  • Lo bel pianeta he ad amar conforta. As ilusões que sonhei! Que teu porvir de amor no meu fundia,. Fora doce em teu seio amar de novo O seio gelou? A cena começa com uma valsa tocando ao fundo. Estrelas brancas, vos sagrou saudosas.
  • Ferro, M. E as auroras dali. E que ardentias no mar! Como divino alado mensageiro. Tem pena, anjo de Deus! Ebrioso de harmonia e se embalava.
  • Que insana profanou as asas brancas! Vem comigo ao luar: amemos juntos. Et le rayonnement de toute la nature. Da huri dos amores,. Deitou-se na areia que a vaga molhou. Todo vestido de luz,.

Leave a Comment

Privacy Settings
We use cookies to enhance your experience while using our website. If you are using our Services via a browser you can restrict, block or remove cookies through your web browser settings. We also use content and scripts from third parties that may use tracking technologies. You can selectively provide your consent below to allow such third party embeds. For complete information about the cookies we use, data we collect and how we process them, please check our Privacy Policy
Youtube
Consent to display content from Youtube
Vimeo
Consent to display content from Vimeo
Google Maps
Consent to display content from Google