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Jonathan nunca parava quieto nas aulas dela, fosse por tédio ou raiva de que uma menina poucos anos mais velha fosse sua professora. Agora, ele estava debruçado sobre o mapa de Demora, escrevendo as legendas. Sage havia feito essa descoberta logo de início e a usava como arma contra sua desobediência.

Ele tinha ficado fora por tempo suficiente para ter passado uma hora na cidade, o que era um tanto quanto lisonjeador. Ela sorriu quando seu olhar vagou para o mapa pendurado na parede oposta. Montanhas que tocavam as nuvens. Cidades que zumbiam feito colmeias. Qualquer lugar. Tio William queria se livrar de Sage tanto quanto ela queria partir. Ela estava cansada de esperar. Inclinou-se na cadeira e folheou os papéis empilhados diante dela. Era tanto papel que chegava a ser um desperdício, mas era um símbolo de status que tio William podia proporcionar a seus filhos.

Foram raras as vezes em que Sage teve coragem de jogar algum fora, mesmo depois de quatro anos morando ali. Ela levantou e enfiou o livro embaixo do braço. As três crianças mais velhas ergueram os olhos e retornaram à tarefa sem comentar nada, mas os olhos azul-escuros de Aster seguiram todos os movimentos da tutora. Sage tentou ignorar o nó de culpa se formando em seu estômago. Tia Braelaura amava a menina como se fosse sua própria filha. Na biblioteca, parou para ajeitar os fios de cabelo que haviam escapado da trança em caracol e torceu para ficarem no lugar durante os próximos quinze minutos.

Em seguida, endireitou os ombros e respirou fundo. Ela abriu a porta pesada e deu dois passos à frente antes de se curvar numa reverência. Uma espada reluzente pendurada no cinto de couro chegava até o encosto da cadeira. Ele carregava aquilo como se fosse um protetor do reino, mas tudo o que significava era que havia feito a viagem de dois meses de ida e volta até a capital de Tennegol e jurado lealdade diante da corte real.

Ela duvidava que, um dia, seu tio encontrasse algo mais ameaçador do que um mendigo agressivo, embora a barriga crescente definitivamente fosse uma ameaça ao cinto. Sage cerrou os dentes e continuou abaixada até ele dizer alguma coisa. Tio William gostava de demorar, como se ela precisasse ser lembrada de que ele mandava em sua vida.

Ele pousou a pena na mesa e acenou. Era hora. Ela atravessou a sala quase correndo. Parou diante da mesa enquanto ele dobrava um dos papéis. Um olhar de esguelha disse a ela que eram cartas pessoais, o que lhe pareceu estranho.

E por que contaria a alguém antes de contar a ela? Ele afagou o bigode escuro e limpou a garganta. Tio William fez que sim, visivelmente satisfeito. Mesmo com os rodeios da frase, o insulto a acertou feito um soco na barriga, tirando seu ar. Sage ficou sem palavras. Moral da história: ele esperava que Sage ficasse grata. Grata por se casar com um homem que mal conhecia.

Rodelle tem capacidade suficiente para encontrar alguém sem objeções à sua… origem. Sage ergueu a cabeça de repente. O que havia de errado em sua vida de antes? Seu berço. Ele falava como se fosse uma vergonha ter nascido plebeia. Como se fosse errado ter pais que haviam escolhido um ao outro. Sage sorriu para ele com desprezo. Tio William ficou duro. O semblante condescendente se distorceu, deixando algo muito mais repulsivo transparecer.

Sage gostou de ver aquilo, lhe deu forças para continuar. Alimentava a dela como o vento num incêndio na floresta. Isso o fez levantar, aos berros: — Lembre-se do seu lugar, Sage Fowler! Quando ele finalmente falou, foi com os dentes cerrados. Deve-me respeito. Seus pais estariam envergonhados. Ela duvidava disso. Sua tia vai cuidar dos preparativos. Ele sempre fazia isso. Sempre a dispensava. Mas desse comportamento, sim, seu pai teria vergonha.

Sem fazer reverência nenhuma, ela deu as costas e saiu batendo a porta. Abriu as portas com tudo e o revirou em busca da bolsa no fundo. Ainda tinha o cheiro dele. Do unguento de sebo e resina de pinheiro que seu pai preparava para cortes e arranhões. Sage fechou os olhos. Seu pai colocaria um fim naquilo.

Mas seu pai estava morto. Seu pai estava morto, o que a deixava presa ao destino de que ele sempre havia prometido protegê-la.

Sage enfiou as roupas na bolsa, começando pela calça que usava em seus passeios na floresta. Sage virou para ela. Os olhos de Braelaura se enrugaram um pouco, com ironia. Nem sua tia achava que ela fosse arranjar marido. Voltou para suas malas. Claro que ela diria aquilo. Furiosa, Sage enfiou mais algumas meias na.

Agora sei me virar sozinha. Em resposta, Sage pegou o estilingue sobre uma pilha de livros, enrolouo dramaticamente e enfiou no bolso da saia. Ela teria que se trocar antes de partir. Braelaura ergueu as sobrancelhas. Que delícia. Ela devia ter parecido séria, porque o tom de voz da tia mudou. Sage virou, boquiaberta. Seu nome, derivado de uma planta, declarava ilegitimidade para o mundo.

Mas, para eles, tudo tinha valido a pena para ficarem juntos. Uma voz dentro dela sussurrou que aquele casamento seria uma honra, um presente. Era o melhor que ele tinha a oferecer. Quanto ao casamento… — Meu pai me explicou de onde vêm os bebês. William ficou muito satisfeito. Sage sentiu que estava relaxando sob o carinho tranquilizador. Um lar para chamar de seu.

Longe daquela casa. Rodelle vai encontrar um homem que precisa de alguém como você — Braelaura disse. Sage colocou a bolsa de volta no guarda-roupa, sentindo-se derrotada. Braelaura ficou na ponta dos pés para beijar seu rosto. Sage fechou a cara.

Hannah a ignorou. Sage vai para a casamenteira? A alta casamenteira? Tia Braelaura colocou o braço em volta da cintura da sobrinha como se quisesse impedi-la de sair correndo. Sage continuou olhando feio para a prima. Sage suou frio. Hannah voltou os olhos azuis arregalados para ela.

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  • Note however that, as the index to this online version has been generated by computer, the sequence is strictly letter by letter and does not follow the conventions of the print version. Saint-Louis, chef d'escadre des armées, gouverneur de Saint-Domingue: Valade. Em seguida, empilhou mais alguns livros em cima dele e os pôs de lado. Rodelle lançou um olhar de advertência para a garota, depois se voltou para ele. Ernst W. Vaillant; Éc.
  • Holmcreutz, v. Fiz uma piada que ele nem entendeu. Lenoir; Portail; Éc. Van Loo Mevr. Em seguida, endireitou os ombros e respirou fundo. O prato continuava intocado quando os oficiais entraram em fila e pararam um ao lado do outro mais tarde. Sage empurrou a mesa e levantou.

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