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Richard Wrangham. Dale Peterson. O Macho Demoníaco. Editora Objetiva. Dedicado à memoória de dois que encontraram um outro caminho — Geoffrey W. Wrangham Paul G. Depois de cruzarmos mais da metade do continente, encontraríamos uma pista de pouso e um vilarejo isolado naquele enorme mundo verde.

Era impossível voar diretamente de Uganda para o Zaire, pois o acossado governo zairense, lutando para manter o controle do país, havia fechado todos os aeroportos internacionais. De modo que tínhamos resolvido voar de Uganda para o sul, até Burundi, depois atravessar Burundi e Ruanda numa van alugada, entrando na parte oriental do Zaire.

Entretanto, Burundi tampouco estava em paz. Num só mês, em , os tutsis haviam assassinado todos os líderes hutus, e qualquer outro hutu que aparentasse ser alfabetizado.

Por seu lado, os soldados e civis tutsis massacravam hutus sempre que podiam. Quando aterrissamos, no dia 12 de fevereiro, provenientes de Campala, o aeroporto de Bujumbura estava tranqüilo, quase vazio, vigiado por homens armados com fuzis. Cruzamos uma terra fértil, com lagos ondulantes de capim e campos estriados em que cresciam milho e mandioca. Havia rebanhos de gado de longos chifres, odores fortes, mulheres carregando enormes feixes de galhos retorcidos na cabeça e uma mulher envolta num pano, de pé, no campo, trabalhando com a enxada.

Homens fardados, com ar hostil, portando fuzis, nos fizeram parar numa barreira na estrada, examinaram nossos documentos e depois nos deixaram passar. A estrada fazia curvas pelas colinas, depois subia as montanhas, e foi se deteriorando, mas sempre serpenteando para cima, rumo a um lugar promissor onde nuvem e montanha se entremeavam despreocupadamente.

Ainda se passariam sete semanas, até 6 de abril, quando o presidente de Ruanda e o presidente interino de Burundi foram assassinados. Nos três dias que se seguiram ao assassinato, o Exército e a milícia hutu começaram a levar a cabo uma campanha bem- organizada de genocídio.

A primeira-ministra Agathe Uwilingiyimana foi assassinada. O ministro do Trabalho foi cortado em três pedaços, que foram utilizados como barreira de estrada. As autoridades de Uganda calcularam que 10 mil corpos tinham descido pelo rio Kagera de Ruanda para o lago Vitória, onde foram encalhar nas margens ugandenses. Ngoga Murumba, um fazendeiro que foi contratado para retirar os corpos do lago e dar-lhes destino, descreveu uma lembrança confusa e estonteante de horror.

Uma em cada braço. Uma em cada perna. Uma nas costas. Aquela mulher e suas cinco crianças ainda estavam vivas em algum ponto do país. Formavam um bom grupo de combate: sete machos — seis deles adultos e um adolescente. Havia o macho predominante, Figan. Havia também seu rival, Humphrey.

Mantendo o mesmo ritmo, acompanhava-os Hillali Matama, o principal assistente de campo do centro de pesquisas de Jane Goodall em Gombe. Godi era um macho comum, um adulto jovem, com cerca de 21 anos, membro da comunidade chimpanzé de Kahama. Havia outros seis machos em Kahama, e aqueles chamados emitidos antes lhe haviam indicado onde estavam alguns dos seus companheiros. Na maioria das vezes, deslocavam-se todos juntos. Hoje, porém, Godi tinha resolvido comer sozinho. Um erro. Humphrey alcançou-o primeiro, agarrando-lhe uma perna.

Desequilibrado, Godi tropeçou em seguida. Humphrey saltou sobre ele. Godi ficou deitado, impotente, a cara enfiada na terra. Enquanto Humphrey o segurava, os outros machos atacaram. Estavam excitadíssimos, gritando e atacando. Os outros machos adultos esmurraram suas omoplatas e costas. O adolescente ficou olhando de uma certa distância.

A fêmea, Gigi, ficou dando voltas em torno do ataque, gritando. Os outros pararam de bater nele. Godi ficou deitado na lama, de cara para baixo, e lhe jogaram uma pedra grande em cima.

Alguns minutos depois, voltaram para o norte e cruzaram de novo a fronteira do seu próprio território. Godi, erguendo-se lentamente, berrando de medo e sofrimento, ficou olhando seus algozes irem embora. Sua cara, corpo e membros tinham ferimentos horríveis.

Estava seriamente. Sangrava por dezenas de talhos, cortes e perfurações. Nunca mais foi visto. Pode ter vivido mais alguns dias, talvez uma semana, ou duas. Mas, certamente, morreu. O ataque a Godi foi uma estréia. Até o ataque a Godi, os cientistas tratavam o alto grau de violência da humanidade como algo tipicamente nosso. É claro que todos sabiam que muitas espécies animais matam.

Geralmente, porém, essa matança é dirigida contra outras espécies, contra presas. Individualmente, os animais — na maioria das vezes machos competindo num contexto sexual — lutam com outros da mesma espécie.

Entretanto, é típico que esse tipo de embate termine no momento em que um dos contendores se rende. De repente, deparamos com esse fato no mundo dos primatas. O ataque a Godi indicou que os chimpanzés podem ser uma segunda espécie que mata seus semelhantes de modo deliberado.

Porém, que coisa estranha que essa segunda espécie seja a dos chimpanzés! Afinal, nenhuma espécie é mais intimamente aparentada conosco do que a dos chimpanzés. Qual era o significado disso? O tempo iria dizer. Os cientistas também começaram a notar exemplos de violência sexual.

Ela resiste e o evita. Ele fica enraivecido. Ela grita, depois foge e se esconde. Ele a encontra e ataca novamente. No fundo da floresta, ocorre um estupro. Para muitos de nós, as primeiras imagens de chimpanzés em estado selvagem foram as imagens suaves apresentadas por Jane Goodall. Vivendo nas selvas de Gombe, Goodall delineou para um mundo extasiado as vidas emocionais dos primatas aos quais ela deu nomes comuns: David Greybeard, Mike, Fio, Fifi, Gigi e outros.

Eles tinham personalidades que nós compreendíamos: o bom e delicado David, o ousado e audacioso Mike, a sensual e sabida Fio.

Seus gestos humanos e rostos cheios de. Seus relacionamentos firmes os faziam parecer conhecidos. Alguns minutos. As tradições dos chimpanzés variam, de comunidade para comunidade, através de todo o continente africano. A casca que. Outros, que utilizam paus grossos para escavar formigueiros, colméias ou cupinzeiros.

Outros ainda, que usam guardanapos feitos de folhas para limpar a si ou a seus. Quando terminam de se alimentar, os primatas descansam. Cada vez que a filha cambaleia para pegar seu pé, ele desliza para a frente, até sua barriga, e a derruba. Ela vê um arbusto conhecido, a fonte do remédio para dor de barriga. O suco. Porém o seguinte tenta a rota de fuga mais óbvia e, assim que toca o solo, é agarrado por um chimpanzé que estava à espera.

Os macacos restantes ficam parados, tomados de terror, no. Eles pulam e se dispersam freneticamente. E assim continua a cena. Alguns chimpanzés intensificam o ataque, outros se concentram na retirada das presas, outros esperam de tocaia.

Em pouco tempo os primatas caçadores matam quatro macacos. Um dos suplicantes é seu aliado, seu amigo nas continuadas disputas entre os machos da comunidade. Animada por esses sinais de generosidade, uma pedinte se volta e convida o macho a copular. Pega uma folha e começa a rasgar pedaços dela.

Ela ouve e o vê, entendendo o sinal. Chimpanzés selvagens na floresta ensombreada, ensinando e aprendendo, brincando, se comunicando com sinais inventados, se tratando, utilizando ferramentas para enriquecer seu suprimento de alimentos.

Os primatas pareciam vagar sem fronteiras, promíscuos e sem se provocarem.

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