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A reproduo na ntegra ou em parte permitida, desde que citados os crditos. Todas putas? Sobre feminismos e sala de aula na escola da Fundao Casa Feminina. Uma questo de gnero: ofensas direcionadas presidenta Dilma Rousseff nos comentrios da pgina da Folha de S. A influncia da mdia nas relaes de gnero e costume nas Assembleias de Deus. Treinadores Pokmon e Machos Alpha: masculinidades do abjeto ao venervel. Pornografia de vingana e pornografia sem consentimento: uma anlise.

A exposio da intimidade: consentimento e vulnerabilidade na era das redes sociais caso Revista TPM. Desejos comodificados: dos classificados aos perfis nos aplicativos na busca por parceiros do mesmo sexo.

Ativismo digital e a proteo e promoo dos direitos das mulheres no Brasil. Viralizou: Redes digitais e ao poltica para os estudos de gnero e a educao. Ondas diferenciais para otrxs inadequadxs: experincias radiofnicas feministas e sociedaderede. A cura gay em revista: Formulao e circulao de discursos em Veja e Jnior. A Primavera dos Direitos das Mulheres rabes. O Feminismo Negro em Rede: reflexes sobre o site blogueiras negras enquanto prtica de empoderamento. Diversidade tnica em painis externos de midia de escolas no municpio de Marlia : Ausncias e presenas.

As damas do prazer: relaes sociais de sexo no cinema da boca do lixo paulistana. Fbrica de Monstros: corpo e gnero tratados na rede virtual. Entre a perverso e o esteretipo dos gneros no filme Macho, fmea e cia a vida ertica de Caim e Abel. A dominao masculina e representao feminina no jud a partir da anlise dos Jogos Olmpicos de Londres Psicanlise, educao sexual e novas tecnologias digitais.

A representao das masculinidades policiais militares nas mdias: a evidente falta de Crticas. Aborto em caso de abuso sexual infantil: uma anlise de reportagens brasileiras e chilenas. Gnero, cultura popular e fs: a emergncia de um campo de estudos no Brasil.

Fresch no Crio: escracho e resistncia ao fundamentalismo religioso no clipe de Leona Vingativa. Minicurso 2: Pornografia, ps-pornografias: poltica, gnero e representao. Local: Sala 74 14h30 - 17h30 Coordenador: Prof. Jorge Leite Jr.

Karla Bessa Unicamp 18h30 Debatedora: Profa. O trabalho Transversus tem como proposta problematizar a classificao de transtornos de identidade de gnero, categoria estabelecida pela Organizao Mundial da Sade OMS. Sendo assim, o pano de fundo que perpassa o projeto, bem como o seu principal gancho de atualidade a patologizao da condio de transgnero, e, por consequncia, os desdobramentos sociais, culturais e jurdicos desse panorama.

Para explorar com a abrangncia e profundidade que o tema indubitavelmente exige e, alm disso, para se estabelecer um fazer jornalstico sob uma perspectiva esttica e interativa, a modalidade escolhida foi a multimdia, especificamente o gnero de reportagem Em suma, o Transversus busca problematizar e expor jornalisticamente as histrias de vida e os obstculos em diversas esferas dos transgneros, a fim de que se traga publicamente o que circunda essa temtica, ou seja, aquilo que na academia explorado cuidadosamente e de maneira profunda, mas que ao consciente coletivo permanece um tanto esquecido, por trs de preconceitos e receios advindos da insipincia ou da incompreenso da complexidade do tema.

Portanto, o projeto se baseia em discutir os preconceitos sociais com as diferentes identidades de gnero, geralmente confundida com orientao sexual; revelar histrias daqueles que passaram pela experincia da descoberta de um transtorno de identidade de gnero; tudo isso mesclado com os conflitos de opinies dos especialistas sobre o tema nas cincias humanas e nas biomdicas. Palavras-chave: transexualidade, jornalismo, transmdia. Introduo O projeto Transversus, website jornalstico de reportagem , tem como proposta problematizar a classificao de transtornos de identidade de gnero, categoria estabelecida pela Organizao Mundial da Sade OMS que patologiza a condio das pessoas transgneras que transitam entre os gneros e, por consequncia, descontextualiza os desdobramentos sociais, culturais e jurdicos desse panorama.

Para explorar com a abrangncia e a profundidade que o tema indubitavelmente exige e, alm disso, estabelecer um fazer jornalstico sob uma perspectiva esttica e interativa, foi selecionado o gnero de reportagem Os estudos acadmicos sobre reportagem ainda so lacunar, tendo em vista o desenvolvimento contnuo da web e a proliferao de diversas terminologias.

No entanto, possvel apreender que o gnero propicia pelo intermdio de imagens e sons de ambientes exibidos em documentrios e fotografias a possibilidade de transportar o leitor ao contedo e permitir a interao com ele. Alm disso, o leitor pode optar por onde deseja comear sua leitura de informaes por diferentes ngulos disponibilizados na plataforma multimdia, conferindo autonomia no caminho a ser traado pelo internauta, possibilitando a chamada leitura no-linear.

Segundo argumenta Ormaneze , na reportagem , o leitor pode, a partir de uma tela introdutria sobre um determinado assunto, escolher qualquer percurso de leitura e sobre qual perspectiva temtica deseja ter informao, desde dados estatsticos at perfis de personagens, como pensado este projeto experimental.

Com essa definio simples, no entanto, o jornal conseguiu criar uma reportagem que utiliza os hiperlinks de forma que no distancia o leitor do assunto principal e mostra que o webjornalismo no precisa se prender apenas ao imediatismo e competio para saber quem traz a informao mais rpida, elementos importantes, mas no nicos no ciberespao ORMANEZE, , p.

Quando abordado pelos meios de comunicao fundamentalmente de massa e, em consequncia, aquele que assenta o imaginrio popular o tema da transgeneridade apresenta-se de maneira consideravelmente superficial, sem que se leve em conta os reais entraves que o cercam, tampouco a rede de relaes extremamente delicada que se desenvolve nos assim cunhados pela OMS portadores de transtorno de identidade de gnero.

Como pano de fundo para o projeto h o conceito de que o jornalismo deve incansavelmente informar de maneira a representar parcelas da sociedade cuja cultura, a sociedade e o Estado coagem de alguma forma, seja por frear liberdades individuais, seja por imbrglios advindos das ramificaes burocrticas.

Portanto, o projeto tem o objetivo de discutir os preconceitos sociais com as diferentes identidades de gnero, geralmente confundida com orientao sexual; revelar histrias daqueles que passaram pela experincia da descoberta de um transtorno de identidade de gnero; tudo isso mesclado com os conflitos de opinies dos especialistas sobre o tema nas cincias humanas e nas biomdicas.

Em suma, o Transversus busca a partir de textos, vdeos, udio e fotografia em um website problematizar e expor jornalisticamente as histrias de vida e os obstculos em diversas esferas sofridos pelos transgneros, a fim de que se traga publicamente o que circunda essa temtica, ou seja, aquilo que na academia explorado cuidadosamente e de maneira profunda, mas que ao consciente coletivo permanece um tanto oculto, por trs de preconceitos e receios advindos da insipincia ou da incompreenso da complexidade do tema.

A leitura preliminar de obras de Judith Butler e Berenice Bento, estudiosas das cincias humanas que analisam a transgeneridade sob um vis antropolgico e sociolgico, abriu os horizontes para que este trabalho jornalstico pudesse ir alm do senso comum e tratar a transgeneridade de uma perspectiva social e despatologizante.

Tendo em vista o carter de conflito inerente ao jornalismo, o grupo tambm empreendeu pesquisas sobre o assunto no mbito mdico e das cincias biolgicas, tendo como exemplos de autores lidos John Money e Alexandre Saadeh. O processo de pesquisa sobre o tema contou tambm com uma imerso em grupos de discusso de transgneros, transexuais e travestis em redes sociais durante um perodo de aproximadamente seis meses no qual foi possvel elucidar as problemticas, discusses de representaes e lutas pelos direitos desses grupos, alm da participao presencial em um grupo no Centro de Referncia LGBT de Campinas.

Os personagens escolhidos como perfilados tambm foram selecionados de maneira que diferentes experincias de transgeneridade pudessem ser explicitadas no trabalho, isto , priorizou-se pessoas com histrias de vida diversas entre si. Com relao edio do site, o grupo teve como percepo que o layout da pgina de reportagem um dos fatores mais cruciais para que sejam possveis caractersticas prprias do gnero como a leitura no-linear e a imerso em imagens.

A escolha da cor foi um ponto delicado, tendo em vista que h cores claramente relacionadas com o gnero feminino e masculino. Sendo assim, o grupo optou pelo roxo, tendo em vista que consiste em uma mistura das cores mximas do binarismo de gnero, isto , o rosa e o azul. Para o logo do site, a ideia era de que o nome do projeto experimental permanecesse em trs linhas, mas no separadas pela silabao de acordo com a norma padro.

O grupo entendeu tal ideia transparecia justamente o pressuposto do projeto de que o fenmeno da transgeneridade mais complexo do que o senso comum preconiza e que deve ser lida atentamente, mesmo que seja de difcil compreenso a priori. Rompendo com padres tradicionais, os elementos no layout permite que o leitor possa fazer mais "descobertas" de contedo do que simplesmente se utilize do layout MOHERDAUI, O layout do Transversus teve como inspirao o design de informao do El Pas No entanto, preciso ressaltar que a natureza do tema do projeto experimental diz respeito a histrias de pessoas que vivenciam a transgeneridade e quais as implicaes sociais disso.

A navegao do site foi pensada de forma que o internauta pudesse escolher qual caminho seguir, tendo acesso ao contedo de vrias formas diferentes. Na home do site, isto , na pgina de abertura, uma sequncia rotativa de fotos vislumbrada pelo internauta, sendo a porta de entrada para os perfis multimdia produzidos sobre cada um dos perfilados.

Outra possibilidade do internauta clicar em um dos links para as reportagens multimdia, distribudas dos dois lados da sequncia rotativa de fotografias. A partir disso, o grupo realizou o planejamento de hiperlinks que constroem a teia de navegao pelo site. Nos perfis dos personagens, o internauta pode assistir ao vdeo, ler o texto ou ver a galeria de fotos. Atravs do perfil escrito, possvel acessar as reportagens multimdia que possuem mais relao com as questes que o perfilado vivencia, como, por exemplo, problemas com a mudana de nome nos documentos oficiais ou opinies que se sobressaem sobre a patologizao da transexualidade.

O internauta sempre ter tambm a opo de retornar para a home e escolher se informar por um novo personagem ou reportagem. As fontes do projeto podem ser divididas nas categorias de perfilados e fontes especializadas. Os perfilados so pessoas transgneras, transexuais ou travestis, que tm histrias interessantes da perspectiva dos valores-notcia jornalsticos alm de serem pertinentes para as discusses as quais o projeto se props.

No que diz respeito s fontes perfiladas, escolheu-se sete personagens. Entre eles, Phedra de Crdoba, 72 anos, atriz e transexual que realizou a cirurgia de readequao sexual e Michele dos Santos, 31 anos, profissional do sexo e travesti.

Para mostrar as diversas faces da transgeneridade, buscamos, alm de travesti e uma transexual que realizou a cirurgia, histrias de transexuais ainda em sua transio de gnero: Leila Dumaresq, 35 anos, designer de jogos, e Esther Pereira, 50 anos, artes.

Tambm foram escolhidos trs homens transexuais. J no mbito das cincias humanas: o doutor Jorge Leite Jnior, professor da Universidade Federal de So Carlos, estudioso da questo sociolgica da transexualidade; a filsofa Marcia Tiburi, doutora em filosofia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e pensadora contempornea sobre gnero e sexualidade. O mestre e professor da PUC- Campinas, Tiago Duque, que trabalha com as nuances por trs da descoberta da identidade de gnero na adolescncia pelas travestis.

Para questes legais: o advogado Eduardo Mazzilli, especialista em Direito Civil, que elucida a legislao para mudana de nome e sexo nos documentos oficiais, e o juiz Luiz Antonio Torrano, para expressar o posicionamento do Judicirio em relao questo.

Edio Edio O projeto composto por 14 vdeos subdivididos em trs partes: perfis, os quais foram escolhidos sete personagens; seis reportagens audiovisuais, com a participao de nove especialistas e um vdeo de abertura que est na pgina inicial do site. Para a produo audiovisual que abre o site, os produtores decidiram diferenci-lo do todo o deixando em preto e branco. Optou-se por realizar os contedos audiovisuais sem offs ou passagens, de acordo com a predileo dos produtores pela linguagem documental.

Como aponta Oliveira, Carmo-Roldo e Bazi :. A produo desse tipo de vdeo requer cuidados especiais: a seleo de fontes necessita ser muito planejada, pois so elas que daro estrutura ao vdeo; o roteiro de perguntas deve ser realizado com continuidade, ou seja, obedecer a uma sequncia de sonoras, levando-se em considerao o que a primeira fonte disse de importante, passando para a segunda e, assim, sucessivamente. Logo, foi necessrio construir uma linha narrativa, compreensvel ao internauta, a partir dos depoimentos gravados dos especialistas e dos perfilados, utilizando recursos como enquadramento e trilha sonora para conceder dinamismo.

Os produtores optaram por ttulos subjetivos para as, tendo em vista que o prprio tema objeto do projeto experimental no est dado de forma simples. Por exemplo, a pauta sobre a patologizao das identidades transgneras recebeu o nome de CID 10 F.

A fotografia, alm de ser uma rememorao do passado, tambm condicionada pelo social, sendo assim, o Transversus se apegou as particularidades de cada perfilado e uniu ao convencional, ao comum, gerando um ensaio fotogrfico de cada um, uma vez que o ensaio, mesmo no tendo uma definio exata, conta uma histria, tem unidade entre as imagens e, sobretudo, no redundante, pois cada foto revela uma nova nuance por meio de reflexes sensoriais e subjetivas.

De acordo com Simonetta Persichetti , crtica de fotografia, o ensaio est intima e diretamente ligado ao jornalismo. Sacramentada a escolha do tema, muitas perguntas vieram tona: O que desejamos mostrar? Quais sero nossos enfoques?

Ser que no precisamos ler mais sobre o tema? Conversar com mais pessoas? Os debates foram diversos e por algumas vezes com tons inconclusivos fantasmagricos. As dificuldades apareceram quando notamos aps os primeiros contatos com as fontes - a complexidade do tema e a disparidade de opinies, algo que, por um lado, nos assustava pelo tempo que diminua, e por outro tornava o assunto ainda mais atraente jornalisticamente.

A fuga dos clichs, categorizaes e idiossincrasias que circundam a abordagem de temas que, indubitavelmente, questionam padres sociais vigentes foi algo pelo qual o grupo prezou, fazendo com que confrontssemos a ns mesmos, nossos preconceitos nem sempre anunciados ou sequer conhecidos e nossa prpria bagagem cultural.

Para isso, nos alertvamos cada vez mais para a importncia de sempre revisitarmos a bibliografia e o principal: conceber a arte jornalstica de entrevistar uma fonte, como, de fato, uma negociao. Negociao esta que exige a fim de alcanar o horizonte pretendido sensibilidade, ateno e serenidade.

Mesmo com a dificuldade de termos escassa bibliografia terica em mos e at mesmo pouco conhecimento prtico do novo gnero, vivenciar uma experincia inovadora no jornalismo multimdia nos estimulou para que a todo momento trabalhssemos para produzir textos, vdeos e fotografias de qualidade.

Sem receio de soar piegas, totalmente justo dizer que o aprendizado do grupo foi imenso, no apenas no que tange o jornalismo, mas mais ainda e talvez at de maneira mais decisiva em nossas vises de mundo e noes de vivncia no meio social. Ao abordarmos pessoas com histrias de vida das mais variadas possveis, que, todavia, se interligavam por sofrimentos semelhantes de, no limite, mesmas origens e mesmos fundamentos os conceitos e anlises presentes na bibliografia ecoavam em nossas mentes e realizvamos uma interpretao ntima com basicamente quatro componentes: o contedo da bibliografia; o aprendizado agregado na faculdade de jornalismo; a fala das fontes; e a runa da imparcialidade jornalstica: o que ns pensvamos daquilo tudo.

A lio que incorporamos a de que o jornalista, entre outras milhares de competncias um tanto mais especificas, deve ser um militante da liberdade, seja l o que essa palavra expressa e significa, mas de fcil compreenso de todos. Parafraseando Ceclia Meireles em O Romanceiro da Inconfidncia: Liberdade uma palavra que o sonho humano alimenta que no h ningum que explique e ningum que no entenda.

Seria pretenso demais acreditar ser capaz de explicar o que a liberdade, mas aps a concluso desse projeto, fica em ns a utopia de possibilitar pessoas a alimentarem suas liberdades atravs do jornalismo.

7 Comment

  • Essa uma das partes mais didticas do filme, em que se torna clara a diferena entre identidade e sexualidade, pois Virgnia revela no se sentir atrada por homens, mas que se sente feliz que um homem desconhecido a tenha visto como mulher, ou seja, tenha reconhecido a sua identidade. Braga nos convida a pensarmos sobre os encaminhamentos que o receptor d a sua produo de sentido em diferentes espaos que vo alm do seu contato direto com o meio de comunicao. A gente fez uma primeira leitura desse material e começou durante muito tempo a mexer na dramaturgia ainda sem fazer cena. Vale dizer que a leitura da Constituio sistmica; no se l dispositivos isolados e, por isso, o artigo , IV, deve ser compreendido sob as lentes dos direitos fundamentais como mencionado acima. Ao nos debruarmos sobre as falas das interlocutoras, um dos elementos que atravessavam constantemente os relatos, era a caracterizao dos espaos de sociabilidade dos grupos virtuais como abertura produo e agenciamento de vnculos.
  • Nesse contexto, o cime propagado pela pgina, legitima comportamentos e tece papis de como a mulher e o homem devem ser na relao. A maternidade lsbica diferente da heterossexual? Todavia, algumas pessoas expressam resistncias e discordncias ainda que em menor nmero , como pode ser visto aqui: Voc est formando monstras, futuras pessoas sozinhas que pensa que cime excesso de amor; L, essa pgina est mexendo com voc amor, pode parar. O grupo de estudos era aberto a homens e a mulheres interessados. No campo jornalstico, assim como em grande parte das profisses, as mulheres percorreram um longo caminho at que pudessem ocupar seu espao. Fbrica de Monstros: corpo e gnero tratados na rede virtual. O pensamento conservador é um só.

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