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To browse Academia. Skip to main content. Log In Sign Up. Download Free PDF. A balada do projétil flexível. Priscila Omena. No formato dela, em primeiro lugar. Era o que os vitorianos chamariam de uma cabeça belamente formada. Dava para imaginar o crânio com bastante facilidade.

Eu reconheceria sua cabeça em qualquer lugar. E o que havia dentro dela. Também penso nisso: sua mente. Como uma criança, eu me imagino abrindo seu crânio, desenrolando seu cérebro e vasculhando-o, tentando capturar e entender seus pensamentos. Quem é você? O que fizemos um ao outro? O que iremos fazer? O despertar foi mecânico. Sou um homem de levantares quebrados: 8h43, 11h51, 9h Acusando: Você foi visto.

O tipo de casa que é de imediato familiar. Uma casa genericamente imponente e nada desafiadora, nova, nova, a nova casa que minha esposa iria detestar — e detestou. Um bairro que foi fechado antes mesmo de abrir. Para ela, era um capricho punitivo de minha parte, um egoísta dedo na ferida. Eu a estava arrastando, como um homem das cavernas, para uma cidade que ela evitara agressivamente, e a obrigaria a viver no tipo de casa da qual costumava debochar.

Um de nós sempre estava com raiva. Normalmente Amy. A Injustiça do Missouri. Culpe a economia, culpe o azar, culpe meus pais, culpe os seus pais, culpe a internet, culpe as pessoas que usam a internet. Eu era jornalista. Um jornalista que escrevia sobre TV, filmes e livros.

Nova York estava abarrotada de jornalistas, jornalistas de verdade, porque havia revistas, revistas de verdade, muitas delas.

Pense só nisto: uma época em que garotos recém-formados podiam ir para Nova York e ser pagos para escrever. Assim como chapeleiros femininos ou fabricantes de chibatas, nosso tempo chegara ao fim. Três semanas após eu ter sido demitido, Amy perdeu o emprego também, se é que era um emprego. Isso, ela lhe diria, é típico. A cara do Nick, ela diria. Uns seis meses, talvez um ano, era o que lhe restava. Estava claro que Go fora encontrar o médico sozinha, fizera anotações detalhadas em sua caligrafia desleixada e estava lacrimosa enquanto tentava decifrar o que havia escrito.

Datas e doses. Um nove? Faria sentido? Quase chorei de alívio. Vou voltar para casa. Eu podia ouvi-la respirando do outro lado da linha.

Um suspiro longo. A infelicidade a que isso iria levar. Os poucos encontros haviam deixado ambas perplexas. Fui descalço até a beira da escada e fiquei escutando, brincando com os dedos dos pés no grosso carpete que ia de parede a parede e que Amy detestava por princípio, enquanto tentava decidir se estava pronto para me juntar à minha esposa. Cantarolava algo melancólico e familiar. Suicídio é indolor. Desci as escadas. Fiquei parado na soleira da porta, observando minha esposa.

Seus cabelos amarelo-manteiga estavam presos, o rabo de cavalo balançando alegremente como uma corda de pular, e ela chupava distraída a ponta de um dedo queimado, cantarolando. Ela cantarolava para si mesma porque era uma destruidora de letras sem igual. É um tanto perturbador recordar uma lembrança calorosa e sentir-se profundamente frio.

Amy espiou o crepe chiando na frigideira e lambeu algo do pulso. Parecia triunfante, a típica mulher casada. Bile e medo tomaram minha garganta. Abrimos um bar. Jurei que devolveria, com juros. Assim como a ridícula casa que eu alugara, o bar aparecia simbolicamente em minhas lembranças de infância — um lugar aonde apenas adultos iam, fazer o que quer que fosse que adultos faziam. O mundo sempre vai querer uma bebida.

Nosso bar é um bar de esquina, com uma estética de colcha de retalhos. O efeito final é estranhamente acolhedor — parece menos um bar do que a casa bondosamente decadente de alguém. E jovial: dividimos um estacionamento com o boliche local, e quando nossas portas se abrem, o barulho de strikes aplaude a entrada do cliente.

Chamamos o bar de O Bar. Imaginamos os locais torcendo o nariz: por que vocês o chamaram de O Bar? Como em Bonequinha de luxo, em que gato de Audrey Hepburn se chama Gato. Entrei no estacionamento. A minha, pelo menos. E assim por diante. Movendo-se no mesmo ritmo que o rio, uma comprida fila indiana de homens, os olhos voltados para os pés, ombros tensos, caminhava resolutamente para lugar nenhum. Desviei o olhar.

Senti uma imediata e intensa necessidade de entrar. Depois de andar seis metros, meu pescoço borbulhava de suor. O sol ainda era um olho raivoso no céu. Você foi visto. Minhas entranhas se contorceram e me apressei. Precisava de uma bebida. Mas foi mesmo.

Essa é uma verdade técnica, empírica. Ainda assim. É inverno: escureceu cedo, o frio é congelante. Eu gosto de uma boa festa de escritores, eu gosto de escritores, sou filha de escritores, sou escritora. Para criar imagens e aquelas outras baboseiras de escritores.

Em uma festa, você se encontra cercada por jornalistas genuinamente talentosos, que trabalham em jornais e revistas respeitados e de alto nível. Você é uma mera redatora de testes para revistas de fofoca. O que você faz? Amy Exemplar. Enfim, a festa é de um dos amigos próximos de Carmen, que escreve sobre filmes para uma revista de cinema e que é muito engraçado, segundo Carmen. Eu preciso ser emboscada, pega distraída, como alguma espécie feroz de chacal do amor.

Que bom. Uma bandeja de supermercado cheia de cenouras velhas, aipo amassado e um creme parecendo sêmen repousa intocada em uma mesinha de centro, cigarros espalhados como pedaços extras de legume. Estou cuidando da minha vida, minha vida impulsiva: e se eu pulasse da varanda neste exato momento?

E se eu desse um beijo de língua no sem-teto na minha frente no metrô? É o tipo de cara que age como alguém que transa muito, um cara que gosta de mulheres, um cara que poderia me comer direito. Eu gostaria de ser comida direito!

Pausa enquanto calculo quantos Nada mau.

3 Comment

  • Você precisa mesmo me fazer sentir mais impotente do que estou me sentindo agora? Cuidado, meus dedos, meus dedos! Tenho certeza de que ele dizia a si mesmo: Nunca bati nela. No formato dela, em primeiro lugar. Qualquer coisa.

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