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Sob uma chuva de flores atiradas por senhoras, conseguiu subir à sacada. Eram 15 para as 3 da tarde quando entrou na sala do trono e assinou a lei 3 com uma pena de ouro. Festa parecida com a que tomou a ilha de Itaparica, na Bahia: por três dias e três noites, tambores e batuques ecoaram pelas copas das mangueiras.

Houve os que se embrenharam nas matas para constituírem os novos quilombos. Para todos esses rurais, o preço da liberdade era a miséria. Nagôs, jejes, angolas e benguelas foram algumas das principais etnias obrigadas a viver por aqui. Vinham amarrados por correntes e separados por sexo. Assim que chegavam ao Brasil, eles eram postos em quarentena, a fim de evitar mais perdas por doenças.

Faziam exercícios para combater a atrofia muscular e a artrose. De cabelos raspados, velhos, jovens, mulheres e crianças eram avaliados pela clientela, que apalpava dentes, membros e troncos. Hoje, resta quase nada desses mercados.

A cada vez que fossem vendidos, seriam novamente marcados. Também era comum gravar uma cruz no peito dos que eram batizados. De modo que, se escapassem uma segunda vez, teriam como castigo adicional uma orelha cortada.

As marcas e mutilações só seriam extintas com o Código Criminal do Império, em Esse povo marcado ia tocando a vida em frente e se misturando à cultura brasileira. Ele cita o caso raro do advogado Leovigildo Filgueiras, que chegou a criar uma entidade para intermediar contratos entre ex-escravos e novos patrões, a Sociedade Treze de Maio.

Outra experiência foi a Guarda Negra — segundo o historiador, um movimento político de apoio à princesa Isabel e ao Terceiro Reinado, que pretendia arregimentar simpatia popular e abrir frentes de trabalho onde antes só havia brancos. Suas camadas superiores assumem uma consciência, aguda como nunca antes, de tudo do que pode separar o homem branco do preto ou do mestiço.

Nas cidades, o escravo tinha mais independência do que no campo. Os escravos, mestiços, forros, libertos circulavam fornecendo serviços, e podiam ser alugados. Eles vendiam doces, refrescos, frutas, aves e ovos, roupas, chaleiras, velas, estatuetas de santos, poções de amor. Ou atuavam nos demais ofícios, como barbeiros, ferreiros, quitandeiros, parteiras, doceiras, mascates, lixeiros, carregadores.

Transportavam tudo nos ombros e nos braços, até pessoas — brancos brasileiros e estrangeiros acomodados em cadeirinhas almofadadas. Uma escrava costureira, libertada em , aceitou continuar servindo de graça a sua senhora.

Nas cidades, ficava difícil, mas possível, comprar a alforria. Nas fazendas de café ou nos canaviais, contudo, era mais raro. Durante a safra, eles funcionavam por até 20 horas por dia, com 80 a pessoas na lida, a maioria homens africanos. Em , um negro adulto de 14 a 45 anos custava cerca de mil-réis.

No século 18, os homens trazidos para procurar fortunas de ouro e diamantes no leito dos rios de Minas Gerais levavam uma vida bem diferente daquela dos engenhos de cana.

Mas, se vivia mais isolado, o mineiro tinha mais mobilidade. E os ex-escravos tiveram de se virar para serem absorvidos pela sociedade e sobreviverem. Alguns trabalhadores da cidade tiveram a grande vantagem de dominar um ofício e, em alguns casos, contar com uma clientela. Finalmente, muito dessa história se perdeu. Essa era uma das 19 reivindicações apresentadas pelos escravos ao dono do engenho de Santana, em Ilhéus, na Bahia, onde trabalhavam cerca de homens. O levante aconteceu em , quando seus integrantes mataram o supervisor e fugiram.

Mesmo assim, esse grupo conseguiu redigir seus objetivos. Embora fosse considerado um bem, como um animal, o escravo era julgado como homem quando cometia um crime.

A maioria das rebeliões escravas ocorreu nas cidades — notadamente na Bahia. Terra de branco A casa-grande era fortaleza, banco, escola e hospedaria. Na sala as orações eram feitas em latim. Crianças brancas e negras andavam nuas e brincavam juntas até os 5 ou 6 anos. A cozinheira era muito valorizada na casa-grande. Ficou estabelecido nas Antilhas que os trabalhadores ficariam com seus antigos senhores em troca de um soldo, durante quatro anos.

Normalmente, divisões internas da senzala separavam homens e mulheres. Mas, algumas vezes, era permitido aos poucos casais aceitos pelo senhor morarem em barracos separados, de pau-a-pique, cobertos com folhas de bananeira.

Aos domingos, os escravos tinham direito de cultivar mandioca e hortaliças para consumo próprio. Podiam, inclusive, vender o excedente na cidade. Quando a noite caía, o som dos batuques e dos passos de dança dominava a senzala.

As festas e outras manifestações culturais eram admitidas, pois a maioria dos senhores acreditava que isso diminuía as chances de revolta. Forras quituteiras faziam doces de tabuleiro e rivalizavam com as receitas das escravas que pilotavam as cozinhas das senhoras. Além de atrair clientes, elas tinham de cuidar dos filhos, brincando à sua volta. Pelas ruas da cidade, havia crianças aos montes e muito barulho. Nas esquinas, forros e escravos de mesmas etnias ou ofícios se reuniam à espera de clientes.

Informações sobre a rotina dos escravos e os processos de alforria no Brasil, especialmente na Bahia. De a desembarcaram cerca de 4 milhões de escravos, transformando o Brasil no maior país negreiro das Américas.

Em é votada a Lei do Ventre Livre , decretando a liberdade dos filhos das escravas nascidos. Todavia, o efeito da lei é diminuído pelo dispositivo assegurando aos senhores o usufruto desses indivíduos até a idade de 21 anos. Ao mesmo tempo, aumentava a resistência dos escravos trazidos das zonas rurais estagnadas do Nordeste para as fazendas de café do Centro-Sul, onde a cadência do trabalho era mais dura. Leia também no. Continua após a publicidade.

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