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Alceu Chiesorin Nunes. Clara Diament Isabel Jorge Cury. ISBN Rua Bandeira Paulista, , cj. Saiba mais sobre a Assinatura do Scribd Início. Leia gratuitamente por dias Entrar.

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Meia Noite e Vinte Daniel Galera. Enviado por InFernanda Kipper. Data de envio May 11, Denunciar este documento.

Baixe agora. Títulos relacionados. Anterior no carrossel Próximo no carrossel. Schwartz 1. Fernandopestana Portugues Reconhecimentodefrases Pesquisar no documento. Próximo ao local da minha queda, uma moradora de rua remexia o interior de um contêiner de lixo, debruçada na borda como um avestruz com a cabeça metida num buraco, as pernas negras e os pés descalços despontando do vestido rosa com saia pregueada. Respondi que estava bem, obrigada, só precisava sentar um pouco.

O degrau em que havia me sentado estava coberto de fósforos queimados. A ideia de que os fósforos pudessem ter sido acesos pelo assassino do Andrei, um craqueiro disposto a matar para garantir outra pedra, me deu um calafrio horrível, seguido por um enjoo. Me perguntei o que teria acontecido com a cidade em minha ausência, uma pergunta absurda, pois até minutos antes nada parecia ter acontecido com a cidade, era a mesma cidade de sempre.

Era minha primeira visita a Porto Alegre em quase dois anos. Lotações, veículos de transporte escolar autorizados de emergência pela prefeitura e ônibus piratas caindo aos pedaços voavam pelos corredores de ônibus vazios, abarrotados de gente com hipertermia.

Os taxistas buzinavam e anarquizavam à vontade, desvairados com a overdose de passageiros, e alguns cobravam bandeira dois à luz do dia, simplesmente porque podiam.

Ônibus que ousavam sair das garagens eram apedrejados por sindicalistas. Quase queimando. Minha vontade era poder me acomodar no degrau da porta do prédio e dormir aquele mesmo sono. Olhei de novo, depois de um hiato torporizado, para a tela do celular, que ainda exibia uma matéria sobre o assassinato de Andrei Dukelsky no site da Zero Hora.

Dei scroll na notícia, molhando toda a tela de vidro do iPhone com o suor do dedo. De acordo com a namorada do Andrei, uma tal de Francine Pedroso, ele tinha saído para correr em torno das nove e meia da noite e levava consigo somente a chave de casa e o smartphone, que foi roubado pelos criminosos.

Havia uma hashtag AdeusDuque oferecendo consulta instantânea às manifestações de choque e tristeza de seus leitores e amigos nas redes sociais. Ele tinha deixado de atualizar o Twitter e, como averiguei em seguida, se suicidado no Facebook também. Nosso convívio mais intenso se dera havia quinze anos, na época de faculdade, quando escrevíamos juntos no nosso fanzine eletrônico por e-mail, o Orangotango, e tínhamos algumas daquelas conversas que no futuro recordaríamos como sendo de alta profundidade.

Ele me fez ler Camus, Noll, Moby Dick. Suas unhas estavam sempre compridas e sujas e ele fedia um pouco. Duque nunca deixou de ser um mistério para nós. Entre seus. Como se aguardasse o futuro distante em que estaria preparado para escrever sobre elas. A cerimônia do enterro no cemitério israelita da Oscar Pereira, informava a notícia no celular, seria fechada para a família. Lembrei que trazia na bolsa os adesivos de nicotina do meu pai. E o mundo tinha quase acabado mesmo para o meu pai.

Aos sessenta e seis anos, ele havia infartado e se recuperava em casa de uma ponte de safena. Os detalhes do episódio só foram fornecidos por meu pai quando sua memória refrescou após a UTI. Estava desnorteado e perguntava o tempo todo se era dia ou noite. A morbidez retrocedeu para o segundo plano a partir do momento em que ele foi transferido para o quarto. Meu pai recebeu a visita de alguns colegas dos cursinhos e colégios onde lecionava literatura e português, e também de um trio de alunos que o estimava.

Cheguei de volta em casa parecendo uma paciente de ebola. Constatei que meu pai dormia, deixei o saquinho com os adesivos sobre a mesa de jantar e fui à cozinha. Meus pais, a exemplo de quase todo mundo, haviam instalado nos cômodos da casa aparelhos de filtragem de ar que se assemelhavam a robozinhos de lata.

Onde tinham ido parar todos aqueles filtros? Andrei assassinado. A familiaridade daquela casa intensificava meu temor de ter desguarnecido uma fronteira estratégica longe dali, de ter aberto um flanco para que tirassem minha vida de mim. Estava convencida de que havia sofrido assédio moral, mas esse era um caminho contraprodutivo. César poderia me esmagar, se quisesse. Meus dedos agarraram o copo com tanta força que ficaram amarelos. Seria perseguida até a morte pelo fracasso e pela perda. Experimentaria uma liberdade de um tipo que eu nem suspeitava existir.

Precisava fazer algo para escapar do vórtex de ansiedade. Saí pela porta dos fundos da cozinha. A fragilidade do homem era tocante. Éramos inadequados àquela natureza. Sua escrivaninha era larga e despojada, sem gavetas, apenas. Ainda pirralha, eu ganhava dela folhas de papel vegetal para copiar ilustrações de livros usando canetas de nanquim com ponta de 0,5 mm.

Morria de medo de quebrar a ponta daquelas canetas. Tudo que ela precisava eram fotos de referência. Pra isso as fotos servem. Eu desenho a ideia das coisas. Era o mar do litoral do Rio Grande do Sul, marrom como achocolatado e com a superfície crispada e caótica de uma enchente. Para surpresa dela, a imagem foi aprovada e impressa. Perguntei o que era. Lembrava um sapo ou lagartixa gigante e tinha uma cauda de mais de cinquenta metros. Todo o seu corpo era listrado de preto e amarelo-claro.

Investigadores apontaram semelhanças desse caso com as diversas aparições do Chupa-Cabra na América Latina desde mil novecentos e noventa e cinco. A base era de um profundo tom cinzento-azulado, se aproximando do azul-marinho nos lados inferiores. E assim, saltando de verbete em verbete, fiz o tempo passar e amansei minha ansiedade, que foi dando lugar a um encantamento difícil de experimentar depois da infância. As ilustrações eram abundantes e, em quase todos os casos, muito toscas.

Os testemunhos podiam ser falsos, e alguns veados-campeiros eram mais branquinhos mesmo. Mas também podia ser uma espécie. Era nisso que eu acreditava aos onze anos, e uma vida dedicada a confirmar a existência do veado branco do pampa parecia uma boa vida para ter pela frente. Passei o ensino médio dizendo que seria arquiteta.

A Enciclopédia de criptozoologia estava na raiz do meu desejo latente de me tornar uma cientista. Foi ela que me fez ver o mundo como um lugar de mistérios concretos, que valia a pena conhecer e investigar. Chegou o momento em que as distinções entre novas espécies passaram a ser reveladas mais pela biologia molecular de laboratório do que por expedições submarinas a fossas abissais, incursões em cavernas ou relatos colhidos em povoados isolados.

Fechei o livro sobre as pernas cruzadas. Tentei segurar, mas logo estava fungando. Falei, em vez disso, do infarto do meu pai, da ficha que só estava caindo agora. Mas ela ouviu tudo de novo, e me esperou terminar antes de dizer alguma coisa. O pior passou.

Tu vai conseguir consertar isso. Tua pesquisa é valiosa demais pra eles deixarem algo pior acontecer. Meu amigo, o escritor. O Duque? Foi morto num assalto ali na Ramiro.

Quando foi isso? Ali perto do Hospital de Clínicas. Ele morava por ali, eu acho. Volta e meia publicavam alguma coisa sobre ele no jornal.

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  • Junto às fotinhos, encontrei também algo inesperado. Putas porto whatsapp. Deixamos o escritório e retornamos pra sala. Seja para viagens curtas ou intercâmbios mais longos, estas cidades acabam concentrando o foco dos viajantes daqui. O relógio biológico das plantas. Meus dedos agarraram o copo com tanta força que ficaram amarelos. Começou com duas lojas pequenas, com apenas dois empregados.
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