BDSM

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Editor Eduardo Coelho. Matze Hoby. Qualquer semelhança com pessoas ou fatos é mera coincidência. Maia, Ana Paula. Língua Geral, ISBN Romance brasileiro. Venha partilhar conosco esta aventura. A casa é sua. Capítulo 1. Capítulo 2. Capítulo 3. Capítulo 4. Capítulo 5. Capítulo 6. Capítulo 7. Capítulo 8. Capítulo 9. Capítulo Aos degenerados, desmedidos e renegados. Jack Kerouac, Livro dos sonhos. Que coisa mais estranha é a realidade do mundo desolado.

O outono, quando chega, ajuda. Por que diabo me preocupo tanto? Espero pelo inverno, um inverno sulista que congele mentes, almas.

Que transforme a cidade em uma banquisa. Mas estou longe de ser o protagonista nisso tudo, que nada, apenas um personagenzinho um tanto apagado, mas alguém precisa fazer isso, contar toda a história.

Deixei o Sudeste escaldante do Brasil e atingi a extremidade do sul da Argentina. A cidade do fim do mundo, Ushuaia, no extremo sul; gelado e desolado da Terra do Fogo. O peito pulsa arfante, tanto que dói respirar. Fecha os olhos. Oito horas e sete minutos. Amadeu é o nome dele. Quase um trabalho escravo, forçado muitas vezes, mas era muito melhor do que carregar caixas em supermercados, dar banhos em cachorros, lavar pratos em cozinhas imundas e faxinar banheiros masculinos em universidades.

Só fazia filmes com mulheres. Só com mulheres. Salvatore, durante muito tempo, ganhou a vida aplicando golpes em corretoras de seguro, senhoras aposentadas e saques a cargas de caminhões pelo país. Pelo seu bom comportamento e seu passado longe de delegacias, Amadeu acredita nesta fina camada de esperança.

Tola crença, ele jamais lhe emprestaria um centavo, nem a ele nem a ninguém. Ótimo sujeito. Talvez um dia eu fique como ele. É uma fila desgraçada. Ela faria qualquer um subir pelas escadas, mas quando resolve desistir do elevador, ele chega e lhe abre as portas. Por outro lado, respira fundo e entra silencioso. Pode ouvir vozes vindas da sala de Salvatore e decide permanecer diante da porta com o ouvido colado. Que desgraçado.

Salvatore tem cerca de sessenta anos, tato e paladar afiados. Um tipo bastante dissimulado e geometricamente equilibrado nas suas decisões.

Um, bem aqui no meio da testa. Acredite, o silicone explodiu. Que fim levou? Salvatore, sentado sob a luz amarela do abajur, toma em pequenos goles uma xícara de café e come um pedaço de bolo de laranja. Aquela bunda lhe causava orgulho e cruzava oceanos transportando verdadeiras fortunas em pedras preciosas, microfilmes e chipes de computador. Devido às informações contidas na cavidade anal, um presidente fora deposto.

Aluísio abre uma maleta prateada sobre a mesa. Nunca ficam satisfeitos. Um bando de esfomeados. Aluísio, calado, assiste aos gestos delicados de Salvatore, que quanto mais carinho demonstra pelas aves, mais truculento lhe parece ser. Ameaça levantar-se, mas ele faz sinal para que permaneça sentado. Devolver todo o dinheiro. Outro gesto de Salvatore o sossega. Teu pagamento.

Salvatore se debruça com dificuldades sobre o corpo de Aluísio. Enquanto se coloca de pé, pensa na maldita idade, no peso do próprio corpo, que precisa se cuidar melhor, praticar alguns exercícios. Tenho massagista marcado pra daqui a meia hora. Amadeu permanece firme diante da porta.

Pensa em ir embora, porque teme que a porta seja aberta. Sente fustigar-lhe a alma, espreme os dedos, ofegante e assustado. Cola novamente o ouvido à porta. Salvatore sente-se sufocado e desabotoa a camisa. Abre a outra banda da janela e respira com muita dificuldade.

Os pombos circulam agitados no parapeito. Que trabalho limpo! Salvatore descobriu que, ao morrer uma pessoa, basta olhar por alguns minutos o seu semblante. Se for sereno, era alguém equivocado: mal premeditado. Ali estava um bom homem, é isso que Aluísio era, um homem mal premeditado, e sente-se confortado por ele nunca ter descoberto o caso de Greice Sally com Zeferino.

Um conforto que guarda para si. Uma pontada aguda no lado esquerdo do peito, que se eleva com mais intensidade, crescente até o braço. Seu semblante contraído, retorcido. A segunda queda faz trepidar ainda mais violentamente o piso do escritório. Amadeu espera um pouco, acompanhando o ponteiro do relógio. Abre a porta do escritório. Na janela, dois pombos negros espiam os acontecimentos, andando de um lado para o outro. A maleta aberta e vazia permanece respingada de sangue sobre a mesa. Olha para os corpos.

Em trinta segundos revive todos os seus grandes momentos. Trinta segundos foram o suficiente para acreditar na providência divina e naqueles pacotinhos brancos dentro da bolsa vermelha. Era a boa sorte que lhe sorria, cheia de dentes, com uma boca carnuda. Creditou pontos incertos em toda sua trajetória e poria um fim apossando-se da sorte, ainda que ilegal.

Pensando dessa forma, tudo se torna mais simples, acompanhado de certa dose de coragem. Apanha a bolsa, joga-a sobre os ombros e começa a esfregar com a ponta da camisa possíveis lugares que tenha tocado. O toque de saltos contra o piso e batidas de portas ecoam pelo corredor do sexto andar.

Diante do elevador, opta pelas escadas. Quando alcança o terceiro andar, um homem alto, cerca de 35 anos, bem-arrumado, vestindo calças e paletó pretos, de olhar severo, o encara por alguns instantes enquanto sobe as escadas sem pressa. Amadeu, disparado pelos degraus, escorrega três vezes até atingir o térreo. Respira aliviado, até o instante em que vê o homem bem vestido na porta do prédio lançando olhares em todas as direções. Diante do telefone, outra euforia, mais forte e decidida.

Preciso resolver algumas coisas antes de falar com você, mas espere que eu ligo. Amo você.

2 Comment

  • Como foi sua semana? Mas pensa em Mônica, com quem divide o apartamento. Baixei a guarda e me senti segura, me. Dois dias depois se casaram e foram para a lua de mel. Pode entregar o ouro! O nome disso é Boa Noite Cinderela. O nome disso é enfermeira.
  • O cara riu: - é isso mesmo, como é que o senhor soube? A batida na porta a coloca de pé num salto. Ou o pai, ou a tia-avó, ou quem quer que seja? Você também e todo o resto. Vejo seu rosto de perfil, sua calça jeans. Pego as chaves.

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