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Inclui referências 1. Teoria lésbica negra. Rassier, Luciana. Universidade Federal de Santa Catarina. Por fim, vejo Oxum e seu espelho, o abebé, como modelo de autoconhecimento que chama uma mirada para dentro, para si. Palavras-chave: Teoria lésbica negra. First of all I address the importance of these contributions considering the political, intellectual and subjective upbringings of black lesbian activists, for my translation motivations are intertwined with black lesbian feminist literacy.

I finally suggest that Oxum and her mirror abebé can be referred to as a model for self acknowledgement, one that invites a person to look inside herself. Once combined with the matrilineal genealogy proposed by Pilar Godayol, abebé rises as a metaphor for Black lesbian theories and their translations, which are wordily shared in the Afro-American diaspora. Keywords: Black lesbian theory. Feminist translation. Cada ensaio — ou capítulo — traz um tema específico, que se basta em si, mas que funciona junto aos outros porque vem de uma mesma raiz.

Acho que essa tese, impressa em folhas de celulose que demandaram derramamento de seiva, pode ser vista como uma planta que tem raiz, caule, seiva, folhas, frutos — talvez, certamente sombra —, cada qual sendo uma criatura específica, com gosto forma cor cheiro diferente, mas conectada a uma maior.

Para dar conta de explicitar no texto da tese as mudanças do processo de mestrado a doutoramento, achei importante reunir as principais produções textuais que fiz ao longo do curso, cuja maioria foi mesmo pensada para compor a tese.

Assim, cada ensaio foi escrito em momentos diferentes. Vou também no fluxo de um devaneio feminista latino-americano y caribeño começado por mim na coluna cotidiana do portal paradalésbica. Além disso, essa gambiarra é ainda signo de um outro processo muito importante para mim — o de ir mudando muito a forma como escrevo. Mas agora, em prosa acadêmica especialmente, estou tentando escrever cada vez mais simples, mais plano, mais sucinto, mais sentido — menos racionalizado, e menos acadêmico.

Neste terceiro capítulo, Conhecimentos outros, minha proposta é transformar o questionamento mais teórico que fiz no primeiro capítulo em alguma coisa — materialmente falando. Por isso, esse capítulo é uma coletânea de ensaios y artigos de teóricas anglófonas: de Audre Lorde, Poetry is not a luxury b ; Uses of the erotic: the erotic as power c ; de Cheryl Clarke, Intimacy no luxury b e We are everywhere c ; e de Doris Davenport, Black lesbians in academia: visible invisibility Textos como espelhos.

Muitas vezes ela é chamada, por isso, de vaidosa. A primeira teórica que vi propondo essa leitura do espelho de Oxum foi a teórica ativista lésbica negra Elisia Santos, em , numa fala feita por ela no Primeiro Encontro Nacional de Jovens Negras Feministas em Salvador — Bahia. Ela era linda, atraente, elegante.

E assim, muitas vezes, passou na frente daquela casa. Pensando em reunir o que foi espalhado por aí em panfletos, jornaizinhos e fanzines impressos perdidos, montei um site de textualidades lésbicas negras em , o zami. Por falta de interesse e de pagamento, o portal onira. Acesso em: 10 out. Mas no capítulo dois essa conversa vai ser mais elaborada. Puxando esse fio da memória de minha trajetória em traduções, quase deixei de mencionar o site confabulando.

Dentro do confabulando, criamos um espaço chamado traduzidas, que foi a primeira tentativa de organizar minhas traduções, e abrigava também traduções feitas por outras pessoas envolvendo os temas que nos importavam alguns importam muito, ainda. Foi graças a essa primeira traduzidas que aconteceu um episódio muito importante na minha trajetória de pensar traduções. Aconteceu que publiquei um texto traduzido por uma ativista de Brasília, e por algum motivo apaguei os créditos da tradutora.

Al mismo tiempo, esa forma de escritura, se ha planteado como un modo de crítica y resistencia a la importación de términos sin considerar sus contextos y trayectorias políticas. Vamos ver se conseguirei explicitar no segundo capítulo, quando comentarei algumas das traduções de lésbicas negras que tenho feito nesses anos mais recentes de minha vida.

Esse tema é, em geral, muito precioso a teorias feministas, como espero explicitar a seguir. Esse texto foi escrito em meados de e apresentado em junho daquele ano. Com isso explico, rapidamente, que esse projeto de traduzir mulheres do que se trata essa textualidade, afinal é para mim feminista genuinamente.

Mas desejo essa uma textualidade política, afinal me proponho a ela como uma negra lésbica feminista traduzindo e escrevendo sobre textualidades de outras lésbicas negras feministas, e para quem? E o que fazer disso? Daí que expectativas parece um nome justo.

Tentando fazer jus a ser uma lésbica negra interessada em traduzir outras lésbicas negras, e ainda ao legado escrito dessas outras, legado que é quase relíquia ou fóssil nas areias do esquecimento? Na verdade, me pareceu errado. Antes eu traduziria uma spoken word de Staceyann Chin, lésbica negra feminista poetisa jamaicana radicada nos EUA.

Juntei ambos textos num momento afetivo-político de afastamento formal dos ativismos, primeiro feminista, depois e negro, depois e lésbico, aos que me dedicava desde os 18, 19, 20 anos. Isso também me pareceu errado, de alguma forma. Traduzir enquanto estratégia: ativista e de sobrevivência, portanto.

O logocentrismo é um sistema de pensamento centrado na dominância dessa lógica singular da presença. Em nome de quê? Mas e do que é específico que me move sobre a escrita de lésbicas negras? No artigo, Audre Lorde se dirige à sua comunidade negra, escancarando sua lesbo-homofobia arraigada fundo, excludente, e ainda racista Quando escrevo sobre uma comunidade lesbiana negra ou uma comunidade feminista às quais me sinto pertencente estou pensando nesse tipo de comunidade sem-unidade.

Neale Hurston, , p. Gracias a Arcy por lo regalo! We're all dykes, including our mommas. O artigo tem essa falha gravíssima, pela qual leitoras hetero talvez passem ilesas. Nós éramos diferentes. Audre Lorde, , p. We were different. Being gay-girls together was not enough.

Being Black together was not enough. Being Black women together was not enough. Being Black dykes together was not enough. Mas ela teria escrito lesbians, como escreveu em outros momentos do livro. A diferença, aqui, entre invisível e invisibilizado é que enquanto o invisível é dominante, constantemente presente, o invisibilizado é apagado. Além do que vem de dentro, seja de minhas próprias sensações e experiências quanto de ancestralidades imateriais, tenho aprendido a construir essa eu mesma que cambiantemente venho sendo a partir do que outras pessoas sentem, sabem, experienciam sobre elas mesmas — especialmente nos compartilhamentos textuais.

Heredia discute as estratégias discursivas e estilísticas usadas em escritas pós-coloniais, apontando o uso de hibridismo entre línguas de povos colonizadores português, espanhol e francês europeus, 42 inglês britânico e dos EEUU etc.

Isso me lembrou muito a ideia de Barbara Godard sobre discursos feministas. Para Chandra Mohanty , p. En torno al llamado a la unidad del feminismo para luchar contra la opresión universal del patriarcado, las feministas — que desconocían la opresión de raza y clase — pospusieron y desecharon estas otras opresiones [ Las diferencias entre mujeres son el nuevo eje articulador del feminismo.

Geographies have never coincided with the politics of race. And claiming racial identities based on history, social location, and experience is always a matter of collective analysis and politics.

The lack of sustained attention to the 46 relationship between race and gender in Brazilian feminist scholarship is largely due to the manner in which the field of women's studies has developed in Brazil. The formal establishment of women's studies in Brazil took place during the early s when critiques of feminism by U.

The work of U. Para Heredia , p. Assim é que funciona a outra incoerência argumentativa. Qual é o contato do tradutor com alguns expoentes importantes da cultura negra afro- diaspórica? E eu digo, isso é morte. Morte a você enquanto mulher, morte a você enquanto poeta, morte a você enquanto ser humano. LORDE, p. Quem traduziu essas mulheres de cor? No encerramento do capítulo 2.

Palavra falada e escrita, palavra cantada, palavra poética, palavra de ordem A pesquisadora Maria do Socorro Oliveira, em artigo de p. Diferentes letramentos [ Logo, qualquer conhecimento produzindo desde a subjetividade tende a ser desconsiderado enquanto científico. Esse tema abriria espaço para outros, bastante pertinentes também: apostar em formas menosprezadas de escrita e tentar defender seu uso em ambientes que recusam elas seria de alguma forma reforçar e repetir um essencialismo que separa racionalidade e escrita acadêmica de um lado masculino e irracionalidade e escrita cotidiana de outro feminino?

Ou, basicamente, curiosidade apaixonada. Logo, nem mais a escrita cotidiana permaneceria. O que é isso? Por que acontece? Digo isso porque Brian Street, que é dos EUA, menciona uma pesquisa de Miriam Camitta para exemplificar como ensaio é o gênero acadêmico por excelência no contexto delas: [ Por escrita vernacular entendo a escrita que é tradicional e nativa aos diversos processos culturais de comunidades e distinta dos padrões uniformes e inflexíveis das instituições.

É a essas trocas que lançarei uma mirada mais reflexiva. Isso implica, portanto, que nos refiramos a variedades de letramento tal como nos acostumamos a falar de variedades de língua. Seguir por essas questões com uma pegada feminista é parte das pretensões dessa textualidade. As pessoas se alfabetizam [

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  • Sobe e toma um banho. É surpreendentemente leve. Ryan leva os livros para cima com ele. Estou pensando no telefonema de Ryan Owen na noite anterior. Ryan se levanta e geme porque suas costas doem. Ryan Owen, no apartamento de Nathan.

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