BDSM

Fotos de jovem buceta levantada adolescente

levantada fotos de jovem adolescente buceta

levantada fotos de jovem adolescente buceta

levantada fotos de jovem adolescente buceta

levantada fotos de jovem adolescente buceta

levantada fotos de jovem adolescente buceta

levantada fotos de jovem adolescente buceta

levantada fotos de jovem adolescente buceta

levantada fotos de jovem adolescente buceta

levantada fotos de jovem adolescente buceta

levantada fotos de jovem adolescente buceta

Milf japonesa sofia rosa nude
levantada fotos de jovem adolescente buceta

levantada fotos de jovem adolescente buceta

levantada fotos de jovem adolescente buceta

levantada fotos de jovem adolescente buceta

levantada fotos de jovem adolescente buceta

levantada fotos de jovem adolescente buceta

levantada fotos de jovem adolescente buceta

levantada fotos de jovem adolescente buceta

levantada fotos de jovem adolescente buceta

levantada fotos de jovem adolescente buceta

levantada fotos de jovem adolescente buceta

levantada fotos de jovem adolescente buceta

levantada fotos de jovem adolescente buceta

levantada fotos de jovem adolescente buceta

levantada fotos de jovem adolescente buceta

O que pode uma pergunta sobre a sexualidade na escola? Quais os seus efeitos em uma professora, nos alunos e nas demais pessoas da comunidade escolar? What is the power of a question about sexuality in school? What are its effects on a teacher, on students, and on other people in the school community?

These are some questions that guide this article interested in the relationships between the knowledges, their historical constitution in the construction of the sexuality, and the subjectivities. Not expected in a classroom, questions about the female genitalia extrapolated this space, enticing the thought about the effects of the deployment of sexuality on the subjects and its crisscrossing with the knowledge-power relationships.

Tal descontinuidade golpeia e invalida as menores unidades tradicionalmente reconhecidas ou as mais facilmente contestadas: o instante e o sujeito p. Conta ela que ao chegar em sala, no primeiro dia letivo depois de retornar de uma licença e de se ausentar da escola para se dedicar ao mestrado, defendido nas discussões de gênero e sexualidade, encontra o seguinte escrito no quadro branco:. Perguntas que esperavam pela professora. Que estabelecem novas relações entre saber, escolas, alunas e alunos, professoras e professores.

Que, paradoxalmente, fazem pensar o lugar da professora e da mulher que, nas relações de gênero, também dizem do lugar do homem. Paradoxalmente porque, ao mesmo tempo em que ela assume para si as perguntas, reforçando o seu lugar de professora, ela também se desloca dele, reforçando o lugar da mulher independentemente de ser professora.

Diante deste encontro da professora com a turma, com meninas e meninos e com as questões, ela nos relata:. Alunos e alunas de outras classes entravam na sala para ler os escritos. Enquanto eu explicava como seriam feitas as avaliações, procurei manter a turma calma e solicitei de uma aluna que copiasse tudo o que estava escrito ali, pois seria feita uma atividade também para nota. Percebi também que as meninas que reivindicavam um posicionamento meu gostariam que o autor das sentenças fosse descoberto e punido.

Que efeitos um acontecimento em sala de aula entrelaçado pelas questões da sexualidade pode provocar na professora regente, nas alunas e nos alunos e na comunidade escolar como um todo? Para Michel Foucault , p. Nossas formas de pensar e agir têm uma história, dizem de uma história do pensamento.

Manter a regularidade é um exercício deste projeto. As questões escritas no quadro nos convidam a pensar como foi construído nelas e neles, e na sociedade de forma geral, um lugar legítimo da sexualidade burguesa, que se desdobra no questionamento dos currículos nas suas articulações com as relações de gênero.

A intimidade é de ordem particular, envolve um sentido de segredo, devendo ser mantido em sigilo e só revelado em situações que envolvam confiança. Um processo que constitui as alunas e os alunos e que elas e eles fazem funcionar como o dispositivo de sexualidade. Voltando ao acontecimento trazido neste texto, a professora tenta retomar a regularidade da aula, apesar da insistência da aluna em perguntar se tinha lido, quase exigindo um posicionamento.

Inclusive esse é um dos aprendizados que, para Veiga-Neto , podemos tirar do próprio Foucault, o de uma contínua suspeita daquilo que se pensa e se escreve, ou seja, uma desconfiança de si mesmo. O acontecimento apresentado neste texto irrompeu a singularidade da sala de aula, gerou incômodo para a docente e boa parte da sua turma, de maneira que extrapolou o próprio espaço, envolvendo as alunas e os alunos de outras salas que saíam das suas classes para ver os escritos.

O efeito que os escritos produziram nas outras professoras após saberem do acontecido foi de especularem entre si para identificar o autor dos dizeres. Sexualidade, na sua origem histórica, é algo que os indivíduos possuem. Sexualidade é entendida como um aspecto da vida íntima e privada dos sujeitos. Depois que fechamos o acordo sobre as notas, disse que iria incluir uma pesquisa relacionada ao que estava exposto ali.

Dessa maneira, solicitei que fizessem uma pesquisa sobre pornografia baseada nas seguintes questões: por que temos necessidade de nos valer da pornografia? Ela soa bem aos olhos e ouvidos de todas as pessoas? Ela possui o poder de desqualificar alguém?

Em se tratando das frases utilizadas, poderíamos pensar que também se configurava como violência de gênero? Os alunos e alunas trouxeram algumas pesquisas abordando o assunto de uma maneira geral e, após lermos todos os trabalhos, fizemos um debate sobre o assunto. Algumas meninas disseram que se sentiram violentadas com tais escritas. Na sociedade ocidental, a sexualidade da mulher, ao longo do tempo, esteve atrelada aos desejos do homem heterossexual.

O que cabe a homens e mulheres no que diz respeito à intimidade e à sexualidade? Hoje, podemos identificar a mudança neste quadro apontado por Beauvoir, resultado das lutas feministas que têm problematizado a cultura heteronormativa como constituidora das relações desiguais de gênero e sexualidade. A maneira da professora se comportar, convocando as alunas e alunos a pensar o ocorrido a partir do conhecimento, é um convite para associarem a história do pensamento com nossas ações e formas de pensar e agir.

Além de negar às mulheres a vivência de sua sexualidade, para a autora, a perspectiva masculina heterocêntrica força as mulheres à sexualidade masculina. Pensando nisso e retomando o acontecimento, é possível olhar para os escritos na lousa e, através deles, construirmos outras verdades sobre a buceta, produzindo outros efeitos nas relações de gênero que escapem inclusive da perspectiva sexista e heterocentrada?

Algumas delas encararam como uma forma de violência. Nesse jogo das relações de poder que atravessam o acontecimento, a professora busca se manter no lugar de docente. De alguma forma, as questões postas no quadro, para a professora, se configuravam como uma possibilidade de pornografia.

Mas como podemos pensar a pornografia? De início, um dos conceitos trazidos por Moraes e Lapeiz é o de que a pornografia estaria relacionada ao obsceno, ao indecoroso, ou seja, ao que é exposto, mas deveria estar encoberto. A pornografia se constituiria pelo escandalizar, violando a moral vigente.

Elas estariam expostas. Para Duarte e Rohden , p. As mulheres podem subverter essa lógica da pornografia que as coloca como objeto de desejo e prazer do masculino, associado, muitas vezes, à violência, e transgredi-la?

Outro entendimento que esse acontecimento gera é o atravessamento nas relações de gênero. Na aula marcada em que as alunas e os alunos entregaram a pesquisa solicitada, foi aberto um debate relacionado às frases e às pesquisas realizadas. Sobre esse momento, a professora relatou o seguinte:. Conversando com todos e todas, perguntei-lhes se haviam pensado em algum momento se as frases poderiam se configurar como violência de gênero. No fragmento acima, vamos tomar como ponto de partida o lugar de fala do jovem que escreveu os enunciados.

Sobre o acontecimento, a professora menciona que perguntou à classe se alguém havia pensado a respeito das frases expostas no quadro como configurando uma violência relacionada ao gênero. Para esta autora, a violência de gênero possui finalidades de hierarquizar as relações de gênero e, por isso,.

Elas esperavam e desejavam que a professora tomasse a iniciativa de defendê-las, ao mesmo tempo em que estaria se defendendo pelo fato de também ser mulher e, ainda, defendendo todas as mulheres, resistindo às estratégias de poder exercidas pelo rapaz.

Vamos pensar na frase introdutória que abre a lista de oito questionamentos sobre a buceta. Você chupa o ovo sem babar? Você engole o cacete inteiro? Ao longo de todo texto, esse é o nosso argumento central, ou seja, a defesa das relações de gênero e os entendimentos discursivos de sexualidade como resultado de construções históricas e culturais, que marcam aquilo que sabemos e o que somos.

O que o acontecimento estabelece na escola é algo novo para esse contexto. Ela assume o quadro nessa perspectiva inclusive no quesito da forma. Potencialidade que parece estar em tomar o acontecimento para colocar sob suspeita nossas formas de pensar, ser e estar no mundo, que marca nossas relações com a sexualidade, com os nossos desejos e corpos, com os outros, com os saberes, com os lugares que ocupamos e com as escolas.

Mas também residem aí alguns desafios. Bandeira, M. Sociedade e Estado , 29 2 , Beauvoir, S. O segundo sexo: a experiência vivida.

Connell, W. Masculinidade hegemônica: repensando o conceito. Revista Estudos Feministas, 21 1 , Duarte, L. Entre o obsceno e o científico: pornografia, sexologia e a materialidade do sexo. Revista Estudos Feministas, 24 3 , Foucault, M. História da sexualidade 2: o uso dos prazeres. Rio de Janeiro: Edições Graal. História da sexualidade 3: o cuidado de si. Petrópolis: Editora Vozes. História da sexualidade 1: a vontade de saber.

A ordem do discurso: aula inaugural no Collège de France, pronunciada em 2 de dezembro de Ética, sexualidade, política 2a ed. Microfísica do poder 2a ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra.

Louro, G. Maio, E. O nome da coisa. Moraes, E. O que é pornografia? Moreira, A. Indagações sobre currículo: currículo e desenvolvimento humano. Revel, J. Foucault: conceitos essenciais. Rich, A. Heterossexualidade compulsória e existência lésbica.

Bagoas , 5 ,

0 Comment

Leave a Comment

Privacy Settings
We use cookies to enhance your experience while using our website. If you are using our Services via a browser you can restrict, block or remove cookies through your web browser settings. We also use content and scripts from third parties that may use tracking technologies. You can selectively provide your consent below to allow such third party embeds. For complete information about the cookies we use, data we collect and how we process them, please check our Privacy Policy
Youtube
Consent to display content from Youtube
Vimeo
Consent to display content from Vimeo
Google Maps
Consent to display content from Google