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Burnout: como anda a sade mental de nossos professores? Slvia Aparecida Santos de Santana. Baldo www. Todo o material a ser publicado deve ser enviado para o seguinte endereo de e-mail: artigos atlanticaeditora. Informao publicitria : As informaes so de responsabilidade dos anunciantes. ATMC - Atlntica Multimdia e Comunicaes Ltda - Nenhuma parte dessa publicao pode ser reproduzida, arquivada ou distribuda por qualquer meio, eletrnico, mecnico, fotocpia ou outro, sem a permisso escrita do proprietrio do copyright, Atlntica Editora.

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Apesar de todo o material publicitrio estar em conformidade com os padres de tica da sade, sua insero na revista no uma garantia ou endosso da qualidade ou do valor do produto ou das asseres de seu fabricante. A Neurocincia est sempre em um ponto indeterminado entre vrios extremos: pouca gente pode reivindicar ser neurocientistas porque uma cincia explorada em poucos laboratrios e instituies, exigindo um grau elevado de especializao e um linguajar inacessvel ao simples mortal.

De outro lado, o pblico geral se interesse pela neurocincia muito mais do que para qualquer outra especialidade cientfica ou de sade, salvo a teoria da evoluo ou os mistrios da cosmologia. Nas livrarias, h sempre um livro de sucesso tratando do crebro, de suas misrias ou de seu futuro. Por isso, a neurocincia no se limita pequena rede ou confraria dos cientficos da rea stricto sensu, mas interesse ao psiclogo, antroplogo, historiador, escritor de fico, artista plstico, msico, especialista em computao, sem esquecer todas.

Publicamos tambm vrios artigos enviados por psiclogos e fisioterapeutas, refletindo a diversidade dos trabalhos e dos objetivos da neurocincia atual. Iniciativas locais e regionais foram desenvolvidas em anos anteriores em sincronia ou parceria com a Dana Alliance.

Neste ano, organizamos a I SNC com uma proposta de cobertura nacional. As aes foram categorizadas segundo a natureza das atividades, instncias organizadoras e pblico-alvo e individualizadas segundo um critrio de singularidade do pblico participante. Verificou-se que as aes concentraram-se nas regies Sul e Sudeste, mas aconteceram de forma destacvel no Norte e Nordeste do pas. Frao significativa do total de atividades envolveu cidades do interior dos estados. As universidades figuraram como as principais instituies organizadoras.

A maioria expressiva do pblico foi composta de no-acadmicos, evidenciando o xito do objetivo maior da I SNC, a popularizao do conhecimento cientfico. O sucesso da I SNC revela a abertura do neurocientista contemporneo adaptao de temas outrora restritos s redes acadmicas para uma linguagem acessvel e formatos amigveis, interativos, permitindo o compartilhamento das complexidades simplificadas do conhecimento neurocientfico com a sociedade em geral.

Correspondncia: Maira Monteiro Fres, Av. Local and regional initiatives have been developed in previous years in the country, through partnerships with the Dana Alliance. The actions were categorized according to the nature of the activities, organizing institutions and target audience and individualized according to a criterion of uniqueness of the participating public. The actions were concentrated in South and Southeast, but occurred with excellent results in the North and Northeast.

Significant fraction of the total of activities involved inner cities. Universities figured as the main organizing institutions. The large majority of the audience was composed of non-academic people, demonstrating the success of the larger goal of I SNC, the popularization of science.

The success of the I NBAW reaffirms the opening of the contemporary neuroscientist to the benefits of popularization of the scientific knowledge. Issues once confined to academic networks were adapted to an accessible language and friendly and interactive formats, allowing the sharing of the simplified complexities of neuroscientific knowledge with society in general. Introduo A Semana do Crebro uma campanha global de divulgao dos avanos e benefcios resultantes do estudo do sistema nervoso.

A cada ano, no ms de maro, universidades, hospitais e outras organizaes, inclusive agncias do governo, unem-se, durante uma semana, com o objetivo de popularizar os conhecimentos neurocientficos. No Brasil, iniciativas locais e regionais foram desenvolvidas em anos anteriores em sincronia ou parceria com a Dana Alliance, cujas aes mais recentes encontram referncia em , no Rio de Janeiro [3], e em , na cidade de.

Ribeiro Preto [4]. Expandindo-se para uma proposta de cobertura nacional, realizamos este ano a I Semana Nacional do Crebro.

Alm de atingir escala territorial nacional, a I SNC destacou-se pelo amplo pblico e a preferncia por formatos interativos. Entre as limitaes no mbito nacional, a no representatividade da regio centro-oeste e uma tendncia centralizao das iniciativas nas universidades pblicas. Este relato objetiva uma viso panormica da I Semana Nacional do Crebro, fazendo uma sntese de seus resultados na forma de frentes de ao, natureza das instncias organizadoras e pblico atingido.

As aes que compuseram a I SNC encontram-se individualizadas segundo. Portanto, um ciclo de palestras ser contabilizado como uma nica ao se o pblico para as diferentes palestras for aproximadamente o mesmo, ainda que estas ocorram como uma sequncia em dias diferentes.

Fotografias e ilustraes adicionais pelo link. Nos grandes centros, as cidades de So Paulo seis e Rio de Janeiro cinco , sediaram a maior parte das atividades Figura 3. Figura 2 - Distribuio das aes entre grandes centros urbanos e localidades de menor porte. Distribuio das aes: grandes centros urbanos x periferias. Os nmeros indicam preocupaes educacionais e o engajamento expressivo da universidade na difuso de um tema antes restrito aos seus muros de experimentao e discusso.

Parcerias Orgs. A Figura 6 apresenta a incidncia de pblico, classificado em quatro categorias, no conjunto de aes na I SNC. No mesmo patamar de prevalncia est o pblico escolar, dividido em nossa anlise em. Nossos resultados apontam para a prevalncia de prticas que possibilitaram um maior grau de interatividade com o pblico participante. As atividades menos frequentes, exposies e cinema comentado, tambm primaram, de forma geral, por formatos interativos, segundo os relatos.

Figura 8 - Distribuio das aes segun-. Discusso O presente trabalho de classificao e quantificao das aes que compuseram esta I SNC, computando a natureza e abrangncia das instncias participantes, do pblico e das atividades em si. Mais ainda, pontuaram uma farta liderana do Brasil no contexto sul-americano.

Ao destacar o potencial destas regies, nossos dados justificam e motivam investimentos para sua maior participao em edies futuras da SNC. Nossos nmeros revelam ainda que uma frao significativa do total de atividades envolveu cidades localizadas no interior dos estados, permitindo-nos prever um crescimento acntrico destas contribuies nas prximas edies da SNC e motivando investimentos de ordem financeira e apoio institucional neste sentido.

O maior envolvimento. Outro ponto importante diz respeito ao pblico contemplado na I SNC. Sua maioria expressiva, computando dois teros do total em nossa anlise, encaixa-se na macro-categoria de pblico no-acadmico, somatrio dos pblicos geral, escolar e especial, testemunhando o compromisso da comunidade com as prerrogativas de popularizao do conhecimento cientfico, objetivo maior da SNC e que entendemos ter sido alcanado com xito.

Concluso O sucesso da I SNC revela a abertura do neurocientista contemporneo possibilidade de envolver-se ativamente na adaptao de temas outrora restritos s redes acadmicas, e, portanto, tratados e entendidos tecnicamente, para uma linguagem acessvel e formatos amigveis, interativos, que permitam o compartilhamento das complexidades simplificadas do conhecimento neurocientfico com a sociedade em geral.

Um fator motivacional importante , sem dvida, a orientao das polticas pblicas de fomento pesquisa no apoio a atividades extensionistas, em mbitos nacional e regional.

As novas polticas vm em sintonia com o destaque conferido neurocincia pelas mdias jornalsticas Revista Sade [10] cujo alcance atinge as redes. Agradecemos a todos os indivduos e instituies que, por todo o territrio nacional, participaram de diversas maneiras para que a I Semana Nacional do Crebro fosse uma realidade. Referncias 1. Dana Alliance for Brain Initiatives. European Dana Alliance for the Brain. Rio SfN Chapter. Semana Nacional do Crebro.

Semana Nacional do Crebro Prezi zooming presentation. Revista Sade; So Paulo: Abril. Scientific American. Mente e Crebro.

Atuao da psicopedagogia clnica e da famlia nas dificuldades de aprendizagem escolar Clinical and family psychopedagogy in learning problems at school Lednalva Oliveira Cordeiro Batista. Resumo A aprendizagem uma ao integradora uma vez que acontece segundo a adequao das diferentes caractersticas que constituem o sujeito, somadas ao ambiente em que est inserido.

Este trabalho teve como objetivo a investigao de como os pedagogose psicopedagogos que atuam na psicopedagogiaclnica, compreendem os problemas de aprendizagem em crianas, e o papel da famlia e como vem especialmente os pais nos referidos problemas.

Foi utilizado o mtodo qualitativo tendo como instrumento um roteiro semi-estruturado utilizado em entrevista individual, realizada com uma psicopedagoga clnica, quatro estagirias de psicopedagogia, dois fonoaudilogos e com uma estagiria de pedagogia. Para tentar responder a demandas escolares, a criana e sua famlia precisam empreender um processo de elaborao subjetiva que exige de ambas um grande investimento psquico que, nem sempre, bem sucedido.

Isso fica mais evidente quando consideramos a intensidade com que a sociedade contempornea, herdeira da modernidade, expe os indivduos a novas informaes e conhecimentos, cobrando-lhes, com frequncia, um desempenho pautado em um ideal imaginrio de perfeio. Dentre as principais fontes de problemas de aprendizagem, as participantes apontaram a grande dependncia da criana em relao me, a no participao escolar destas na vida dos filhos e a tendncia atual dos pais em delegar aos educadores.

Assim, consideramos que os conhecimentos psicopedagogos sobre as formas de funcionamento da famlia contempornea, em cada etapa de seu ciclo de vida, podem contribuir para o acompanhamento teraputico da criana e do grupo familiar. Palavras-chave: aprendizagem, famlia, pedagogia, psicopedagogia, fonoaudiologia. Abstract Learning is an integrative action according to the characteristics of the student, along with his own environment. This article aimed at investigating how teachers and psychopedagogists working in clinical pedagogy, understand the learning problems of children, and the role of family, especially parents, in these problems.

Was used a qualitative method and semi-structured questionnaire, in a personal interview conducted with a team of psychopedagogists and phonoaudiologist. To satisfy school exigencies, children and their families must undertake a process of subjective approach that requires a great psychic investment, not always successful.

This is most apparent when we consider the intensity to which contemporary society, heiress of modernity, exposes individuals to new information and knowledge, charging them to perform an imaginary ideal of perfection. Among the main sources of learning problems, the participants pointed out the strong dependence of the child from the mother, their non-participation in the school lives of children and the current trend of parents to delegate care of this process to teachers and educational psychologists.

Therefore we consider that the educational psychologists knowledge about the modus operandi of the contemporary family, at every stage of their life cycle, may contribute to the therapeutic monitoring of the child and the family group. Key-words: learning, family, pedagogy, psychopedagogy, phonoaudiology. Introduo No podemos falar de aprendizagem humana, sem recorremos a diferentes teorias, pois estas se tornam complementares e indispensveis. Fato que justifica a psicopedagogia fazer uso dos conhecimentos das neurocincias, psicologia, pedagogia, neurologia, fonoaudiloga, psicanlise, etc.

Segundo Fernandez [1], o sujeito aprendente constitudo por corpo, organismo, desejo e inteligncia que inter-relacionam-se harmoniosamente. Assim como em todo processo de aprendizagem esto implicados os quatro nveis organismo, corpo, inteligncia e desejo , e no se poderia falar de aprendizagem excluindo algum deles, tambm no problema de aprendizagem, necessariamente estaro em jogo os quatro nveis.

A inteligncia e o desejo podem ser tomados como fatores externos ao sujeito se considerarmos que tm sua existncia inter-relacionada entre si e com o ambiente externo, do qual sofre constante interferncia. Para discorrermos sobre a problemtica das dificuldades de aprendizagem, fundamental, ampliar o olhar no sentido de compreender, o que de fato considerado aprendizagem, e as variadas formas de como elas se processam.

Mas no um olhar psicopedaggico institucionalizado apenas, mas, um olhar psicopedaggico sistmico, que compreende os aspectos do desenvolvimento e os caminhos da aprendizagem e suas relaes com o todo, no contexto:.

Onde no aprender, relativo e depende do aprender o qu e para qu. No aprende, ou no consigo ensinar? Para entender o jogo e o interjogo das aes de cada um, e seu grau de comprometimento no processo de aprendizagem, a parceria com a famlia e a escola constitui fator determinante para o sucesso, e s vezes, o insucesso.

A ao Psicopedaggica precisa mediar a manuteno de um sistema familiar objetivando a relao saudvel, e a circulao de informaes, possibilitando o equilbrio de poder entre seus membros, com clareza na definio de papis e a colocao de limites.

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