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A sala de visitas estava cheia demais para o jantar íntimo que teríamos. Don Enrico, meu pai, encontrava-se sentado em sua poltrona e cercado por seu consiglieri e seu subchefe. Giovanna me encarou com os grandes olhos azuis arregalados.

Era uma pirralha, nada além disso. No fundo, sentia enjoo por ter que seguir aquele circo todo. Ouvi palmas estalarem ao meu redor e sabia que charutos eram acesos, indicando que todos estavam satisfeitos com o momento. Enzo me lançou um sorriso sincero e eu imaginei como ele se sentiria se estivesse em minha pele. Ele meneou a cabeça, informando que eu estava dispensado e que podia me retirar.

Eu era um excelente filho e tinha sido educado e treinado desde cedo para ocupar o posto de mio padre[3] quando chegasse a hora. Mas, de vez em quando, sentia necessidade de ter um momento de liberdade e, talvez, ser normal como qualquer outro homem da minha idade. O que, claro, sabia que nunca aconteceria. Assim como o de Giovanna Mancini, a pobre criança que nada entendia de amor ou relacionamentos e acabara de ser apresentada a seu futuro marido. Eu podia sentir o suor escorrer por minhas costas enquanto tentava lembrar de todas as regras de etiqueta durante o jantar.

Papà e mamma [4] assinaram o contrato de casamento na semana seguinte ao meu nascimento. Foi assim que selaram meu casamento com o futuro Don[5] da Soprattutto. Cresci sendo doutrinada a respeitar e obedecer a um Don. Precisaria gerar um herdeiro para o sobrenome Greco, que manteria o status de chefe para nossa casa. E que Deus permitisse ser um menino! Pela forma como olhou para mim quando chegamos, estava claro que me considerava uma fedelha.

Bem, eu era. Stefania Albertini Mancini respirou fundo e colocou um sorriso no rosto, para ninguém em especial. Eu precisava mesmo me controlar. Algumas tinham passado da segunda base com alguns meninos, menos eu. Eu sequer podia cogitar sonhar com algo assim. Procurei mais uma vez pelo meu noivo. Eu sabia que ela só queria tempo para pensar. Quis me enfiar debaixo da mesa naquele exato instante, porque todos os olhos se voltaram para mim.

Isso é curiosidade de criança! À nossa volta, todos ficaram calados, observando o desenrolar da história. Maldita hora para perder a voz. Ao me direcionar a ele, acabei cruzando meu olhar com o de Pietro. Terminei o jantar sem abrir mais a boca e com os olhos pregados no prato à minha frente. No fundo, acho que ela só tentava me eximir de culpa e evitar que eu sofresse as consequências em casa.

Como é que é? Que assunto eu teria com um cara como ele? E das mulheres. Parou diante de mim e ofereceu o braço para que eu o tomasse. Eu a conhecia e sabia que o gesto deixava claro que, se recusasse, perderia os dentes quando chegasse em casa.

Portanto, eu a soltei ao passarmos pelas portas do fundo da casa e sairmos para o jardim. Suspirei, entediado, tentando me lembrar das coisas que me ocupavam a mente quando tinha sua idade.

Arrependi-me da frase estranha no momento em que a falei. Tinha sido uma pancada e tanto com o ombro. Ele possuía mais de dois metros de altura e uns trinta centímetros de circunferência, entretanto, escolhi ficar calado. Giovanna levantou os olhos e recuou até perceber que o poste bloqueava seu caminho. Parecia arrependida de ter dito o que disse. As amigas estavam certas quanto a isso. Eu tinha todas as mulheres que desejava. Nunca tive problema com cama vazia. Era bem grotesco e nojento.

Usava um vestido floral com tons de rosa e bege, com saia rodada abaixo dos joelhos e sapatos de salto baixo, indicado para alguém da idade dela. A típica moça requintada que um Don teria orgulho em exibir e ter ao seu lado para formar uma família. A pouca idade ainda era um incômodo, visto que ela costumava falar antes de pensar e, quase sempre, ficava constrangida pela língua solta. Giovanna apenas balançou a cabeça, concordando. Saí em busca dela antes que se perdesse no labirinto de folhas.

Arranquei de um vaso uma orquídea negra, extremamente exótica e, ao me aproximar, girei a flor entre os dedos. Que linda! Afastei o cabelo que cobria sua orelha direita e encaixei a orquídea ali. Recuei um pouco e observei a beleza escura da flor em contraste com a pele alva. Recuei dois passos, em choque. Refiz em mente minhas atitudes para tentar compreender. Perdoe-me se a assustei. Havia uma ferida recente próxima ao pulso, como a marca de uma unha. Na boca.

Todas as amigas tinham beijado? Sorri, louco para desfazer o mal-entendido. Estava sendo sincero. Nem era algo que eu podia exigir de minha noiva quando ela crescesse mais.

Contive um sorriso. No entanto, era esperta demais para se vitimizar por muito tempo. Colocou um sorriso no rosto e segurou em meus braços ao se equilibrar nas pontas dos pés.

Depositei um beijo casto em sua bochecha e ofereci meu braço para que saíssemos dali. Mais um pouco e nossos pais viriam nos procurar, com medo de que eu deflorasse minha noiva.

Acho que estava apaixonada. Simples assim. Era um moço especial. Apesar da diferença de idade, eu o achava um deus grego. Exijo que nunca mais toque na futura matriarca da Soprattutto — ameaçou, deixando-me em choque.

O que estava acontecendo? Pietro, com os olhos cravados sobre ela, ergueu meu braço em resposta. Totalmente diferente do homem que passou alguns minutos conversando comigo. Giovanna é minha filha e eu toco nela quando bem entender. Meu papà era um caporegime muito respeitado dentro da Soprattutto e comandava grupos grandes de soldatos[9]. Parecia ter envelhecido dez anos em apenas dois e se tornou amarga, ditadora, fria.

Às vezes, passava dos limites. Pietro deu dois passos à frente até ficar a poucos centímetros dela. Eu engoli em seco, temendo o que poderia acontecer. Ponha- se no seu lugar e aja como deve uma matriarca. Até nosso próximo encontro, tudo o que me restaria era sonhar com meu mafioso. Dias atuais. Pisei fundo no acelerador da nova Lamborghini que tinha acabado de receber. Como primogênito, eu era o herdeiro de sua cadeira e logo me tornei o Don da Soprattutto.

Comandei com o mesmo pulso pesado de meu pai e ainda tive a oportunidade de expandir nossos negócios. Com o poder, vieram as grandes responsabilidades. Apesar da ajuda de Enzo, eu ainda precisava ficar de olho em tudo e manter sempre meus instintos bem atentos. Sentia-me mais velho do que nunca. Eu gostava sim, e muito, de foder uma mulher gostosa. Se fossem duas, três ou quatro ao mesmo tempo, melhor ainda.

Mas nunca, em hipótese alguma, passaria a noite com qualquer uma delas. Mas depois de uma semana comendo o mesmo rabo e sentindo o mesmo corpo encostado ao meu na cama, fiquei de saco cheio.

8 Comment

  • To make matters worse, now he has to protect them from a zombie attack. Algumas engraçadas, algumas borradas, e duas ou três que eu gostei. With the purpose of raising awareness and to inform the community on the digital entertainment industry, the Odd School organizes two Odd Casts — events focused on the corporate realities. The Odd School, a school specialized in the digital entertainment industry, will present a very dynamic programme on its first participation at MOTELx. Tipo, mesmo escrever isso. Eu sou uma velhinha chata.
  • Era uma foto das muitas que eu gostava de tirar. Privacy policy. O quarto era imenso, muito amplo e claro, decorado em tons que iam do branco ao bege. Portanto, olhei para um ponto acima de sua cabeça. Giovanna cruzou os braços, bloqueando minha passagem.

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