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Table des matières Fiche Texte. Mas logo se desviaõ destas regras 1 em muitas palavras, que naõ escrevem, nem por analogia, nem por etymologia; dizendo, que assim escrevem os doutos na nossa lingua. Mas porque aqui começaõ as difficuldades desta obra, para as conhecermos melhor, pergunto:.

Se devemos imitar na Orthografia das letras a pronunciaçaõ das palavras? Quem naõ sabe, que toda a causa de innumeraveis erros na Orthografia, he a multidaõ dos erros, que andaõ introduzidos na pronunciaçaõ? E eu dissera, que mais facil he escrever com acerto, do que pronunciar sem erro; porque na Orthografia poderiamos imitar aos melhores Auctores, que escreveraõ na nossa lingua; porque vemos como elles escreviaõ: mas na pronunciaçaõ naõ os podemos imitar; porque naõ sabemos como elles pronunciavaõ.

Esta queixa faziaõ ja os antigos Grammaticos no seu tempo, dizendo: que tinhaõ as oraçoens de Cicero para aprenderem a compor, e escrever como elle; mas que naõ tiveraõ a fortuna de o ouvirem orar, para saberem como elle pronunciava a lingua latina. Em affecto , se tem hum, ou dous ff , em Massa se he ç , ou dous ss ; em Rapaz , se a ultima letra he z , ou s? Em Honra , se principia por h , ou naõ? E eu pergunto: 2. Huns, e outros bem podiaõ servirnos de exemplares para a imitaçaõ, se nos seus livros naõ achassemos huma notavel variedade para o desacerto.

Huns Pintacilgo : outros Pintasilgo ; outros Pintasirgo , e outros Pintaxilgo. Huns Porcelana : outros Porçolana ; outros Porselana , e outros Porsolana : E assim em outras muitas palavras, em que a sua variedade nos deixou na duvida de qual havemos de seguir. Saõ estes os Auctores dos vocabularios Portuguezes, como os dous insignes doutores o P. Bento Pereyra no seu Thesouro, e o P. Rafael Bluteau nos seus oito admiraveis tomos da lingua Portugueza.

O segundo escreve Sapato, Sapateiro contra a nossa pronunciaçaõ pelo motivo de evitar a duvida das que se escrevem com ça , ou com sa ; a que responderemos na letra C. E se perguntassemos a este Orthografo, porque manda escrever, Quaresma, Quarenta, e Quanto com Q ; e naõ Caresma, Carenta, e Canto , como alguns erradamente escrevem, responderia, porque no Latim se escreve Quadragesima, Quadraginta, Quantum.

E tendo escripto na sua Prosodia Çujidade , e Çujo com Ç , na sua Arte da lingua Portugueza diz, que escreveremos Sujidade, Sujo com S , pela analogia, que tem com a palavra latina Sordes. Eu naõ sei 4 como este Orthografo naõ advertio no diverso som, com que pronunciamos o c , e o s ; e que o som do s , he contra a nossa pronunciaçaõ nas palavras Sujidade, Sujo.

Nem obsta dizer elle, que estas palavras de algum modo trazem a sua origem da latina Sordes ;porque naõ basta huma letra para haver analogia, ou proporçaõ, ou similhança de huma palavra com outra, mas he necessaria ao menos huma syllaba, e esta naõ se acha em Sujidade , e Sujo , comparadas com Sordes :as palavras analogicas de Sordes saõ Sordidez , e Sordido. Mas este he aquele uso geralmente introduzido, e com algum fundamento, sem contrariedade dos prudentes; porque o mais he abuso.

E eu tomara saber qual he o uso universal na pronunciaçaõ da nossa lingua, para me naõ desviar delle: se consultarmos o vulgo naõ acharemos senaõ abusos de palavras, e erros da pronunciaçaõ.

Se consultarmos os sabios, estes saõ os que mais duvidaõ da pronunciaçaõ, e escripta de innumeraveis palavras, como elles confessaõ, porque a mesma sabedoria os faz prudentemente duvidar. Se consultarmos as Provincias, acharemos, que o uso introduzio em cada huma aquelles erros patrios, que os naturaes mutuamente reprovaõ huns aos outros, ou seja no escrever, ou no fallar.

Se consultarmos os livros, nelles encontraremos o que ja a cima se advertio: logo onde vay aqui o uso universal, e constante, para ser ley inviolavel da pronunciaçaõ, ou regra infallivel da Orthografia? Mas se hoje fossem vivos, conheceriam sem paixaõ, que os ultimos escreveraõ, e pronunciaraõ tanto melhor, que athe hoje ainda naõ houve quem os reprovasse: e por isso sem receyo da censura, naõ deixarei de reprovar o abuso de muytas palavras, a que alguns chamaõ uso; mas tambem approvarei este na quellas em que tem prevalecido pela aceitaçaõ commua dos mais doutos.

E para acabarmos de mostrar toda a difficuldade nesta materia, so falta perguntar:. E se perguntarmos em que? Ou porque? Respondem, que na similhança dos nomes, na imitaçaõ dos verbos, e na propriedade dos vocabulos. E eu accrescento, que o naõ he menos no som da perfeita pronunciaçaõ; tanto, que ja houve curiosos, que compuseraõ poemas inteiros, que com pouca umdança da pronunciaçaõ, ja se lem em Portuguez, e ja se lem em Latim.

Benefico, benigno, benevolo. Casto, castissimo, constante. Diffuso, disperso, diverso. Excellente, excellentissimo, extremo. Fluido, fugitivo, fluctuante. Generoso, gentil, gracioso. Heroico, honorifico, honesto. Inclito, illustre, illustrissimo. Lucente, lucido, lustroso. Magno, magnifico, malevolo. Nobilissimo, nimio, nitîdo. Optimo, obsequioso, obtuso. Preclaro, precioso, preterido. Quantitativo, quindenio, quanto. Regio, regnante, ruidoso. Sapientissimo, sublime, supremo.

Tenacissimo, tenaz, tenebroso. Veridico, veloz, volante. E finalmente sem distinçaõ alguma reprovaõ muitas letras nas palavras traduzidas do latim, dizendo, que com ellas naõ escrevemos como pronunciamos. E para responder logo a esta sua razaõ, antes de lhe mostrar os inconvenientes, e absurdos que se seguem do que notaõ, perguntase:. O mesmo he em todas as mais que se escrevem com ct. E quem diz o contrario he porque so sabe pronunciar material, e rusticamente sem arte, nem sciencia.

E por isso naõ deixa de escrever como pronuncia, quem sabe pronunciar para escrever. Na palavra Prompto, Promptidaõ , naõ pronunciamos o p com som separado do t , e carregando nelle, naõ dizemos Prom-p-to , que sôa como Prompeto : mas dizemos Prompto , ferindo taõ levemente o p , que sôa juntamente com o t , como se disseramos Prom-pto.

E menos mal he, que estes aprendaõ a pronunciar com acerto para escreverem sem erro, do que lançarmos fora as regras da Orthografia, para nós escrevermos como elles pronunciaõ; porque daqui se seguem estes inconvenientes. Facto he o feito, ou cousa feita; e se lhe tirarmos o c fica Fato equivocado com Fato cousa de vestir. Ficto , he o mesmo que fingido; e tirando o c , fica equivocado com Fito.

Pacto he o comcerto, e sem c fica Pato ave. Invicto , quer dizer naõ vencido, ou invencivel; e tirando-lhe o c fica Invito , que significa contra vontade, violentado, ou constrangido. E destas outras innumeraveis, que podem fazer similhantes duvidas. E se escrevermos Convicto , logo vemos que tem analogîa com a palavra latina Convictus ,ou que he a mesma aportuguezada; e por isso huma, e outra significaõ o Convencido.

Porque no latim se diz Doctus, Doctrina, Pectus. Respondo, que nestas, e outras similhantes prevaleceo o uso universal, e com fundamento; porque a mudança de huma letra nas traduçoens, muitas vezes he necessaria, ou para facilitar a pronunciaçaõ, ou para a fazer mais suave, ou mais natural. Mas nestas, e outras versoens ainda ficaõ bastantes letras para a sua analogia; e quando naõ ficassem, naõ havia necessidade para a imitaçaõ, porque as palavras traduzidas nem deixaõ duvida no que significaõ, nem se equivocaõ com outras.

Eu naõ digo, que aportuguezemos todas as palavras latinas, que naõ saõ necessarias; persuado, que na quellas, que cada dia vaõ passando para a nossa lingua com a mesma significaçaõ, naõ desprezemos a Orthografia latina, porque. E quando se naõ siga este inconveniente, seguirseha o escrever, e pronunciar cada hum como quizer, sem ter regra certa que observar.

Eu bem sei, que naõ ha regras certas, e infalliveis na Orthografia da nossa língua; porque he muita a variedade no escrever; mas,. E sendo este o fim por onde acabaõ as mais Orthografias, eu principiarei por elle, por naõ estar repetindo por palavras a pronunciaçaõ, que se ensina por tons.

Com a mesma ordem iraõ em cada letra, todas as palavras, que se escrevem com letra dobrada. Daremos as regras da divisaõ das palavras, quando naõ cabem inteiras no fim da regra.

E como nas escolas de ler, e escrever andaõ introduzidos muitos erros, que ficam perpetuos pela criaçaõ, poremos huma breve instrucçaõ para os mestres das escolas ensinarem com mais acerto, e menos trabalho. Porque em humas se levanta a voz ferindo com mais força o ar; em outras se deprime, ou abate; e em outras nem se deprime, nem se levanta totalmente; mas fica em meyo tom: e por isso os Tons , ou Accentos principaes da pronunciaçaõ saõ tres, Accento Agudo: Accento Grave: e Accento Circumflexo.

Este accento chama-se Agudo , porque assim como toda a cousa aguda he a que sobe para cima, tambem este tom he o que mais sobe na pronunciaçaõ. E so para esta distincçaõ, he que os Latinos usaõ do tal accento nas ultimas; e naõ para carregar nellas, que he erro: como explicâmos no fim da syllaba, na terceira parte da Arte Explicada. E por isso erraõ as imprensas, que costumaõ usar deste accento sobre a vogal, em que se carrega com a voz, e faz levantar o tom.

Chamase Grave , porque esta palavra aqui he o mesmo que cou, sa, que carrega, ou peza para baixo; e assim como toda a cousa pezada desce, tambem a voz ha de descer, e abaixar o tom na pronunciaçaõ das vogaes, que tiverem o sinal deste accento. O sinal deste accento saõ duas risquinhas fechadas em cima, e abertas em baixo sobre a vogal, as quaes se formaõ do accento agudo, e grave, deste modo: â, ê, î, ô, û , v.

E assim nas mais. Chama-se Circumflexo, porque se compõem do agudo, e grave virados, ou inclinados de cima para baixo; e faz hum tom, que participa de ambos. Que escriptas só assim, deixaõ a duvida, se fallaõ do preterito plusquam perfeito, 14 ou do futuro imperfeito, porque saõ indifferêntes para significarem hum, ou outro tempo. Levantando o tom na penultima, e naõ na ultima. Levantando o tom na ultima syllaba que he am. E advirtase, que todas estas, e similhantes linguagens, melhor se escrevem com am , do que com aõ, para terem lugar os accentos sobre as vogaes, como diremos na letra m.

E quando usarmos dellas como verbos, poremos accento agudo na mesma penultima, assim: Eu Emprégo , eu Tempéro ; porque sôa o E com toda a sua força de vogal, ou com tom predominante.

E destas tiraremos a differença de outras muitas. Daqui se infere tambem, que he escusado nas palavras Portuguezas o accento grave; porque só podia ter lugar sobre as syllabas breves, para naõ errarmos a sua pronunciaçaõ: mas como estas, naõ se equivocaõ com outras, he regra infallîvel o uso. E nas que se equivocaõ, ou tem duvida no tom, bastaõ para distinçaõ 15 os accentos agudo, e circumflexo. E se me disserem que nos mais tomos da Grammatica usei do accento grave sobre muitas palavras; respondo, que se lêam nesses tomos as causas, porque o fiz, que foi porque nas imprensas naõ achei a Branquia dos Gregos, nem outro sinal de syllaba breve, para evitar os erros dos principiantes.

Agora so usarei do agudo, e circumflexo, aonde forem necessarios, para a recta pronunciaçaõ na duvida de muitas palavras. E como os erros mais frequentes, que ouço, saõ nas palavras que principiaõ, e acabaõ por O , aqui se acharaõ com os seus accentos. Povo, Povos : porque Povo pronunciase sem levantarmos, nem deprimirmos totalmente o tom no primeiro O , mas com hum meyo tom, que he o circumflexo Pôvo.

E Povos pronunciase com tom levantado no mesmo O , que he o agudo Póvos. Deste mesmo modo devemos pronunciar as palavras seguintes:. Mas nas palavras dubias, saõ necessarios os accentos para a sua diversa significaçaõ, v. Porque as preposiçoens sempre se pronunciaõ juntas com as palavras, que se lhe seguem, como se foraõ huma so dicçaõ. Os Gregos chamam-lhe Apostropho , e os Latinos Synalepha , que he o mesmo; e significaõ, que das duas vogaes se tira huma.

Que se devem pronunciar Co elle, co ella, cômigo , elidindo, ou callando o m da preposiçaõ.

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