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Fotos de biquínis adolescentes de milly

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Invadimos a privacidade com consentimento de Marieta Severo. Marieta Severo da Costa, 58 anos, é uma de nossas melhores e mais prolíficas atrizes. Nasceu em família de classe média e tradicional, em 2 de novembro de Como qualquer garota de sua época, vivia na praia, estatelada ao sol.

Como poucas garotas de sua época, tinha Antônio Pitanga como companheiro de frescobol. Construíram uma tradicional vida familiar, com direito a almoço de domingo, buscar criança no colégio e passar a noite em claro porque uma das meninas estava com febre. Eram uma bolha de caretice em meio à efervescência da época. Mesmo assim, em nenhum momento fez cara feia. Nem mesmo quando indaguei sobre a tal conta conjunta.

Como o compromisso com o bom jornalismo vem acima da vontade de agradar quem se admira, vai aqui a resposta: sim, Marieta e Chico dividem talões até hoje. Que tipo de adolescente você foi? Marieta Severo. Fui uma criança rebelde, inquieta, que lidava muito mal com limites.

Na adolescência fiquei mais quieta. Ser atriz, nem pensar Eu habitava o mundo da classe média carioca. Ia à praia, jogava muito frescobol, passava horas tomando sol, estava sempre queimadona. Ipanema, década de 60, imagina. Mas e essa veia artística, como se manifestou? Com mais ou menos 16 anos, tinha um conjunto com uns amigos da praia e do colégio chamado Seis em Ponto. Sabe quem fazia parte? Era farra de adolescente. Eles tocavam, eu cantava e dançava. Lembro que saía do Bennett [escola onde fazia o normal], na Senador Vergueiro, e passava na casa dos pais do Nelsinho, que moravam ali do lado, onde essa turma se encontrava.

Me apaixonei na hora e comecei a me aventurar pelos palcos do Rio. Época de praia, frescobol. Sabe quem era meu parceiro no frescobol? O Antônio Pitanga [risos]. O Rio era um gueto, né? Tudo isso era Ipanema. Ipanema da década de Mas foi um fracasso, o casamento durou um ano E o Chico entrou no filme quando? Em 66, quando estava fazendo minha terceira peça.

Ele tinha ido ao Rio para apresentar o primeiro show dele na cidade. Daí o Hugo Carvana, que era o diretor desse show, levou o Chico para ver a minha peça. O Hugo nos apresentou e cada um foi para o seu lado. Dias depois, o Chico voltou com flores. Você era politicamente engajada? Tudo caminhava para transformações. O pensamento era de que tudo tinha de ser experimental: a escola, o casamento. Havia uma grande necessidade de ruptura.

A maneira de educar o filho, de se comportar dentro do casamento. A mensagem social era encaixada onde desse, entendeu? E vocês achavam que estavam mudando o mundo? Era muito estimulante. A gente fazia teatro e acreditava que aquela peça ia transformar o mundo. É muito bom quando o ser humano se permite viver com essa intensidade. Mas era só engajamento? Porque viver só disso deve ser um porre. A gente cantava, jogava frescobol, ria muito. Antes da ditadura, era efervescência pura.

Às vezes precisa radicalizar. Sabe, tem que ter uma maluca, uma louca para começar o movimento de mudança. Tem que exagerar. Tem que exagerar para depois equilibrar. Isso tudo teve muito sentido e, na época, eu era a favor, embora nunca tenha pessoalmente queimado nenhum [risos].

Nunca fui uma militante da causa feminista, no dia seguinte tinha que amamentar. Era bastante. Porque tive filho muito cedo. Engravidei da Silvinha com Com 27, três. Nunca fui ver o sol se pôr em Ipanema. Porque a essa hora provavelmente estava amamentando, trocando fralda, fazendo uma peça [risos].

Antes, fazia parte de uma certa poesia que tinha esse movimento de ruptura. Mas para mim o principal era criar minhas filhas. E o exílio no meio disso tudo?

Foi no ano de Nós saímos do Brasil em janeiro de 69 e voltamos no meio de Vocês tiveram que sair da noite para o dia? Fomos para ficar só o mês de janeiro porque eu precisava voltar para ter filho. Só que aí prenderam o Caetano e o Gil, a ditadura começou, o AI-5 disse a que veio. Começamos a receber recados de que, se o Chico voltasse, ele ia do aeroporto para o quartel. O recado era esse. E nós, aqueles dois jovens perdidos na Europa. Você era filiada a algum partido?

O Chico incomodava por causa das letras, das posições que ele assumia em suas composições. No teatro a gente tinha que se apresentar para ser avaliado pelo censor. Aqueles famosos ensaios gerais. Mas vivíamos inventando maneiras de driblar o censor. O que no fundo era um grande exercício de criatividade Olha, eu acho isso uma coisa muito duvidosa, sabe? O que estimula criatividade é liberdade.

Claro que se criam mecanismos. Fica definitivamente combinado que o melhor é sempre a liberdade. Em mim, o efeito foi imediato. Perdi 6 kg no oitavo mês de gravidez. Os exilados todos iam para Paris, né? Sua vida ficou de pernas para o ar? Voltamos quando a Silvia tinha um ano e meio. E como foi a volta? A gente se reunia na minha casa, e o Chico ficava rondando. Daí nasceu a Ópera do Malandro. O texto é dele. Como é existir socialmente sozinha depois de 30 anos sendo uma dupla?

Era muito difícil para as pessoas me verem sozinha. Era sempre Chico e Marieta. Ficava horas conversando com as mulheres com medo de que elas achassem que estava querendo alguma coisa com os maridos delas.

Uma paranóia.

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