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Descubra todo lo que Scribd tiene para ofrecer, incluyendo libros y audiolibros de importantes editoriales. O porn saiu do armrio A ressignificao do gnero porn sob o olhar feminista de Erika Lust. O Porn saiu do armrio A ressignificao do gnero porn, sob o olhar feminista de Erika Lust.

Monografia apresentada junto ao Curso de Comunicao Social, habilitao Jornalismo, da Universidade Federal de Pernambuco, como requisito parcial obteno do ttulo de Bacharel. Orientadora: Prof Fernanda Capibaribe Leite. Portanto, baseado na ideia de que o pornografia uma das narrativas do dispositivo da sexualidade, o presente trabalho pretende fazer um estudo de caso sobre a filmografia de Erika Lust abordando as transformaes nas narrativas audiovisuais do porn ao longo das dcadas e mais aps o surgimento e popularizao da internet.

Observaremos suas interdies enquanto narrativa do sexo, suas produes e reprodues de representatividades sociais e alarmadas moralistas, presentes desde o incio de sua comercializao no sculo XIX, at os dias de hoje. A partir de conceitos-chaves como obsceno, erotismo e pornotopia, veremos de que modo o porn flmico se desenvolveu ao longo do sculo XX, quando se tornou produto de massa, at a consolidadao de um conceito de porns feministas durante os anos , momento em que as contribuies de teoria queer, com conceitos sobre subverses de identidade e gneros perfomativos, foram fundamentais ao conceito de ps-feminismo da virada do milnio.

Justamente o perodo em que a internet modificou amplamente os meios de comunicao, incluindo o porn. Palavras-chave: pornografia; erotismo; Erika Lust; feminismo. Therefore, based on the idea that pornography is one of the narrative devices of sexuality, this study aims to do a case study on the filmography of Erika Lust, addressing the changes in porn audiovisual narratives over the decades, focusing on period that includes the onset and popularization of the Internet.

We observe their interdictions while narrative of sex, their production and reproduction of social and representativeness alarmed moralists, present from the beginning of its commercialization in the nineteenth century to the present day.

From key concepts as obscene, eroticism and pornotopia, we analyze how the filmic porn has developed over the twentieth century, when it became a mass product, until the consolidation of a feminist porn concept, during the s, when the contributions of queer theory with concepts of subversion of identity and performative genres were fundamental to the concept of postfeminism on the s.

Precisely the period in which the Internet extensively modified media, including porn. Key words: pornography; eroticism; Erika Lust; feminism. Sumrio Apresentao 1 Introduo. A cultura pornogrfica tem histria 8 1. Sobre gneros: pornografia por definio 30 2. Erika Lust e um olhar sobre sua filmografia 45 3. Concluso A pornografia como discurso que engendra disputas na cultura 66 Hackeando a pornografia 68 Bibliografia Apresentao Se cada um soubesse o que o outro faz dentro de quatro paredes, ningum se cumprimentava Nelson Rodrigues.

Um questionvel dito popular ultrapassado gostava de afirmar que poltica, religio e futebol no se discute. De uma mesma mesa em que essa frase poderia ter sido dita, sexo poderia ser um assunto permitido, de interesse geral at, e discutido como se no fosse poltico, embora s pudesse ser falado at um certo limite.

Mas algum, que desejasse tocar ou transgredir o limite, faria com que o assunto sexo fosse automaticamente convertido para tolerncia. Porque o sexo, em todas as suas prticas, instrumento de auto vigilncia. Com a pornografia, sua narrativa do sexo, no poderia ser diferente. Questes imediatas comearam a se manifestar em mim. Quando e como a pornografia, esse universo que me pareceu por tanto tempo distante e paralelo das relaes reais, passou a interessar a algumas vertentes feministas?

Se essa preocupao existe desde os anos , por que era to pouco conhecida? Todos eles tinham particularidades sobre a narrativa da sexualidade das. E ento lembrei-me de uma constatao anterior que acabou por me dar o pontap inicial para o interesse real em idealizar esta monografia: o fato de que, entre meus prximos, os homens, gays e hteros, ainda que criticassem e portanto criticavam baseados em uma vivncia , geralmente relatavam maior conhecimento em filmes e vdeos pornogrficos a partir da experincia de longos anos.

Das mulheres que conversei, estas, em sua maioria, demonstravam pouco interesse ou assumiam um tardio , menor conhecimento em pornografia e, em alguns casos, um discurso de frustrao - por vezes sob a 1.

O argumento para a distncia usado por muitas delas era de encontrarem um ambiente geralmente entediante, na melhor das hipteses, e em outras, misgino argumentos que julguei compreensveis por tambm terem sido experenciado por mim, enquanto mulher. Me perguntei, ento, por que era este um dos assuntos silenciados em ambientes femininos durante parte de minha formao enquanto sujeito - e portanto tambm sujeito sexual.

Esse misto de fascnio e silncio que a palavra sexo seja l o que signifique desperta em algumas pessoas foi minha primeira inquietao. A segunda foi ter me dado conta de que pornografia tambm questo poltica e que, portanto, sempre se discute. Introduo Como definir a pornografia quando o debate sobre ela geralmente discute sua regulamentao, em vez de sua natureza? A pornografia, hoje difundida em ampla escala pelos sites da internet circulando em streaming, no tem surgimento preciso: ela manifesta-se como meio de transgresso do discurso interdito do sexo.

No primeiro captulo, intitulado A cultura pornogrfica tem histria. Breves consideraes sobre a visibilidade social do porn, traaremos um breve panorama histrico do Ocidente, da visibilidade do discurso pornogrfico, de sua impossibilidade como arte, e sua relao direta em se opor a criar noes de sexo saudvel at a sua visibilidade crescente em exposies e festivais.

Como falamos na apresentao, a pornografia questo poltica. Mas ela , tambm, atravessada por discursos de uma moral religiosa. Veremos isto no subcaptulo O sexo como construo histrica e como, aproximadamente a partir do sculo XVII, desenvolveu-se o projeto do dispositivo da sexualidade, que inscreveu nos corpos, ao longo dos sculos at hoje, diversas relaes de poderes reguladas por instituies como, entre outras, a religio, famlia, economia, educao, cincia, medicina e mdia.

Foucault argumenta que a sexualidade em nossas sociedades no exatamente reprimida, como se costumava teorizar, mas estimuladas a falar de sexo para criar dispositivos de vigilncia, que ele chamar de dispositivo da 3. Ao contrrio, o sculo XVIII criou algumas rupturas fundamentais que foram feitas no corpo no que tange represso de sua sexualidade.

Limites se impuseram ao sexo, mas apoiado nas heranas de discursos anteriores a esse sculo. Atravs dos resqucios da Idade Mdia e da Reforma Protestante, conceitos puritanos foram conservados ao longo dos sculos, como a confisso obrigatria e mtodos do ascetismo e do exerccio espiritual e do misticismo.

A carne negada em funo da aproximao de um sujeito asctico, o Homem universal, com o divino. A pornografia j nasce obscena, pecaminosa, mas ao mesmo tempo transgressora, pois revela o que o puritanismo rejeita. Essa a forma pela qual tambm a pornografia entende o prazer: atravs do pecado. Com o desenvolvimento do capitalismo, a partir da metade do sculo XVII, cria-se uma preocupao excessiva com a sade do corpo para aumentar as expectativas de vida das novas famlias burguesas.

O corpo passa a ser mais sexualizado atravs de saberes da demografia, economia, medicina, educao, psicologia e psiquiatria. O projeto de expanso da vida, e da sade do corpo tambm projetado em nossas sociedades: o prprio padro de beleza adota corpos fisicamente trabalhados como corpos belos.

Seguimos para o subcaptulo As narrativas do sexo, quando entramos na histria dos filmes pornogrficos, que acompanharam o surgimento do cinema, no incio do sculo XX. Mas antes de olhar para a relao da sociedade norte-americana com os filmes porn, passamos rapidamente para os primeiros indcios relatados da comercializao da pornografia, durante a Guerra Civil , com fotos de prostitutas parisienses sozinhas ou em atos sexuais.

Com o incio do cinema, o obsceno rapidamente se apropria desta narrativa, quando o curta Aprs le bal , de Georges Mlis, considerado o primeiro filme pornogrfico por mostrar uma mulher se despindo durante o banho. O perodo era de contradies: ao mesmo passo em que entrvamos num maior conhecimento da sexualidade, crescia uma cultura 4.

O Cdigo Hays imps uma srie de normas em respeito a moral e os bons costumes que crescia dentro da cultura do American Way of Life. Entre as probies, beijos, abraos sensuais e gestos sugestivos no podem ser mostrados; bem como so proibidas cenas de estupro, seduo, perverso referente homossexualidade , escravido branca eufemismo datado e racista para prostituio e miscigenizao referente s relaes amorosas entre pessoas brancas e negras.

Passaremos popularizao dos peeps shows e Playboy, que criaram novos conceitos de consumo de pornografia. Ao lado das coelhinhas de Hefner, tambm tnhamos as femme fatales e as mulheres violentas dos filmes de sexploitation. At chegarmos finalmente aos anos , fase popularmente conhecida como era de ouro, na qual a trade Garganta Profunda , Atrs da Porta Verde e O Diabo na Carne de Miss Jones , inauguram um modelo de porn star system, com as atrizes Linda Lovelace, Marylin Chambers e Georgina Spelvin.

Tambm veremos como a MPAA, instituio ligada censura atravs da moral e bons costumes, classificam a faixa de seus filmes hoje. No subcaptulo 1. O segundo captulo evidencia o carter obsceno, ou fora de cena, do erotismo e da pornografia e suas distines.

As imagens erticas, a partir de imagens veladas, somente sugerem o sexo. As pornogrficas escancaram, transgridem, e tem a pretenso pelo imediatismo. As diferenas entre os termos, no entanto, so mais uma questo de discurso social do que de esttica narrativa: so diferenas entre a minha sexualidade, um sexo saudvel e passional, e a sexualidade do outro, um sexo marginal e potencialmente violento.

Questiona-se o lugar da narrao nos pornovdeos espetacularizados, a partir da metade dos anos , que configurou as narrativas mainstream 5. VHS produzidas em larga escala e com pouca qualidade artstica. Linda Lovelace entra novamente em cena: agora como ativista anti-pornografia, com a experincia de ser uma ex-atriz porn, que relata em autobiografia todos os abusos que sofreu e a mfia que presenciou na indstria porn.

No terceiro captulo, procuro perceber de que modo Erika Lust articula suas narrativas com ativismo feminista e representaes de sexo e gnero. Baseada numa perspectiva de Estudos Culturais, por levar em conta que quem lhes escreve um corpo atravessado por vivncias e saberes instrudos de relaes de poderes, procuro identificar de que modo seus endereamentos ou quem este filme pensa que voc dialoga com uma perspectiva ps-feminista, atravs da descrio de Comolli sobre modos de endereamento que se apoiam na relao instvel e flutuante dos criadores do filme com espectadores.

Na primeira parte da anlise, trago duas 6. O prprio modo de narrao dessas histrias, argumento, traz um ponto interessante, em que eu, enquanto espectadora, sou instigada a participar: quais so as vivncias de quem conta as histrias? E o que elas dizem de minhas experincias? Analisamos, a seguir, de que modo conceitos ligados a feminilidade e masculinidade, apoiados numa matriz falocntrica e heteronormativa to comuns no porn mainstream, so problematizados em Two Alexes.

Em My Mother, conheceremos a me do narrador desta histria, que reconhece na me no a figura de algum assexuada e dcil, mas uma mulher independente,. Passaremos ento a seu projeto mais recente Xconfessions que julgo ser seu projeto com maior pretenso ativista em que a diretora pede que seu pblico confesse suas prprias narrativas de sexo.

Em Hunt me, Catch me, Eat me, analisaremos um jogo sexual de dois namorados, em que uma leve dominao sobre o corpo do outro consentida. Na concluso, passaremos a falar das disputas de poder, dos abusos reais da indstria porn sobre o corpo das atrizes e suas violaes simblicas com as representaes negociadas em seus endereamentos. Breves consideraes sobre a visibilidade social do porn Em outubro de , Greenfield-Sanders, um dos fotgrafos mais famosos da Amrica,.

Mesclava algumas intenes quando fotografou algumas estrelas porns vestidas e nuas e colocou essas duas imagens lado a lado figura 1.

A inspirao do fotgrafo veio depois de assitir Boogie Nights , de Paul Thomas Anderson, que aborda a audincia dos porns, a vida das estrelas porns e a imitao de Hollywood. Mais alm do que isso era exibi-los de um modo no-pornogrfico a fim de trazer a esses sujeitos despersonificados durante suas performances sexuais um aspecto ordinrio, de pessoas comuns.

Parece bvio, mas o porn, historicamente marginalizado e depois cultuado nos anos , criou tanto pessoas despersonificadas como figuras mticas. Essa pornografia ligada a um projeto artstico somente um dos aspectos de sua existncia, que ainda foi, historicamente, alvo e objeto de questes psico-sexuais. Trazia, por exemplo, em suas narrativas literrias, orgos despersonalizados SONTAG, para criar corpos obscenos a um campo distante, de outros.

S para chegarmos at o contexto atual, em que ela permanentemente se desenvolve como produto artstico, bom lembrar que uma de suas primeiras manifestaes artsticas comerciais, a literatura no sculo XVIII, teria a utilizado como instrumento de transgresso.

A facilitao do consumo formava uma literatura de gnero norealista e - ao lado da fico cientfica - voltada para a desorientao e o deslocamento psquico. VILLAA, O fato de um material pornogrfico ser apreciado em uma galeria de arte outra questo a ser refletida, j que a pornografia, como atestou Sontag nas reaes das culturas norteamericanas e europeias diante das produes pornogrficas literrias do sculo XVIII, se afastara deste grau de nobreza por no ter envolvimento apaixonado durante a induo de seu principal propsito: a excitao sexual.

Como foco de preocupao moral, a pornografia havia sido reduzida a um fenmeno social e psicolgico. Em que medida podem se reconhecer nas estrelas porns, to hollywoodianas? Depois de copiar o modelo de star system de Hollywood, de que modo as duas indstrias no trocaram representaes de sujeitos entre si? O sexo como construo histrica O sexo, essa instncia que parece dominar-nos, esse segredo que nos parece subjacente a tudo o que somos, esse ponto que nos fascina pelo poder que manifesta e pelo sentido que oculta Uma das permisses ao se falar em sexo a condio de falar sob a ordem do natural.

No entanto, impraticvel localizar o que natural sexualidade, j que, do ponto de vista. Tais discursos, que vm de instituies como a religio, a famlia, a economia, a medicina e a cincia, entre outros, pretendem mover corpos atravs de construes de sentidos; podemos chamar essas instituies de dispositivos.

O dispositivo da sexualidade atravessou e atravessa corpos e desejos, inscrevendo sobre eles um contnuo dilogo de relaes de poder.

6 Comment

  • De fato, h casos e casos. Mar 29 63 mins. Doo doo doodoo doo! Esse desgosto infelizmente eu dou a ela Boa noite. E: oi? No posso supor as intenes de Erika com suas representaes de sujeito nos filmes citados que se transformam quando chegam em mim mas possvel identificar que tipos de representaes ela questiona e problematiza nos filmes porns mainstream. Confesso que eu e minha namorada temos um jogo sexual.
  • Venha se juntar ao samirsalimjr para descobrir o sabonete que muda a cor do escamotéio, destruir civilizações, desvendar o crime da abóbora amarela, ressocializar pessoas de bem, aprender a se virar sem internet, e meter o bambu! Hybrid Theory was released 18 years ago today. Em geral, a paixo deve ser retratada em cenas que no estimulem os elementos mais baixos e vis. O lugar que Erika nos pe faz com que nos identifiquemos com seus personagens a partir de suas problematizaes: as perfomances de seus atores nos levam a questes de performatividade. Poucos homens gostam de pensar sobre a sexualidade de suas mes, irms e filhas.
  • De fato, as regras mudaram, e agora a indstria que opera com base na humilhao e degradao das mulheres est sendo levada a srio por Wall Street e pelo establishment da mdia e da poltica. Poucos homens gostam de pensar sobre a sexualidade de suas mes, irms e filhas. Freud explica! De que problemas o hard core pretende tratar, que conflitos pretende resolver? Como que eu chego nela? Aqui pode!
  • Apr 20 57 mins. There was no kind of rating training process. É, nós também. De certo modo, algo de pornogrfico, no sentido de transgressivo, j estava na tela, mesmo sob a capa da cincia e da moral. O ponto que a pornografia representava uma maneira de ver o sexo. To fcil de repetir cenrios e momentos, diz a personagem, enquanto canta a mesma msica para os dois.

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