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Metalheads: The influence of personality and individual differences on preference for heavy metal. O livro ilustrado dos maus argumentos - Ali Almossawi. Passer à la page.

Rechercher à l'intérieur du document. Anélise do discurso. I, O discurso. Il Sri , cbb Problemas de definicao 2, Bscrita, sequéncia e obra pornogréfica 3. Dispositivo pornogréfico e género Um discurso atépico A obscenidade 25 2.

O erético. A pornografia candnica 3. A pornografia nao candnica Acena Bl 2. O encadeamento das cenas 3. Um pseudorrelato 4. Um relato tipico wu. Exposicao e afetos Uma euforia necess: 3. Um focalizador.. O regime tradicional O regime audiovisua 7. Captacdo e subversao Ele apresenta as caracteristicas da escrita pornogrdfica, reconstitui sua evolugado desde o Renascimento e destaca as profundas transformagées pelas quais ela passa atualmente, com o desenvolvimento das novas tecnologias e com a crescente presenga das mulheres em um universo tradicionalmente masculino, O que poderia parecer um percurso drido se transforma em uma viagem iluminadora sobre um tema desde sempre estigmatizado e poucas vezes tematizado com a mesma clareza e coragem.

Q discurso pornogréfico é, ainda por cima, resultado da colabora- go crescente entre a Pardbola Editorial e seu autor. Temos descober- to em Dominique Maingueneau um teérico com atuagéo consistente nos meios universitarios brasileiros e um autor cada dia mais atento A sorte de suas obras traduzidas para o portugués.

Em nossas raépidas conversas, torna-se sempre mais evidente o bom conhecimento que ele tem do mercado editorial brasileiro em ciéncias humanas e os ob- jetivos que, como autor, ele tem em mente: fazer com que seus livros sejam editados e bem difundidos junto ao ptiblico leitor que ele vem construindo com seus textos e com suas Constantes vindas ao Brasil para cursos, palestras e langamentos de novos titulos.

Com esta publicagao, que ven logo em seguida de Cenas da enun- ciacdo [], Géneses do discurso [] e Doze conceitos em andlise do discurso [], esperamos estreitar essa colaboragao para beneficio dos pesquisadores e estudiosos brasileiros, que encontram em cada novo livro de Maingueneau inspiragao e coragem. Trata-se de filmar em torno do mistério do encontro entre dois corpos, transforme-se ele em celebracdo ou em colisdo!

E quan- do se trata de pornografia no debate piblico, geralmente ninguém questiona sua natureza, porque o que se busca é determinar se con- "TT Sotinel, Le Monde, 9 de novembro de , p. Mesmo nao sendo o objetivo deste pequeno livro entrar nesses debates, nao podemos ignora-los.

Desembaracando-nos das representagdes espontaneas, que situ- am a produgao pornografica na parte mais inferior de todas as hie- rarquias de textos, nés a consideraremos como um regime discursivo especifico, cujas regras necessitam ser entendidas, De fato, aqui nao estamos interessados na pornografia em geral, mas exclusivamente na literatura pornograéfica.

Se formos dar crédito a definigdo do filme adulto dada pelo comissé- rio do governo, M. De todo modo, como se trata de paraliteratura, néo podemos adotar o ponto de vista literério tradicional que, ao privilegiar 0 valor estético, s6 se interessa pelos textos que escapam ao ordinario. E um pouco como se, ao ter de tratar de literatura sentimental, consideras- Desse modo, 6 livro de R.

Ogien, Penser la pornographie, apesar deste seu titulo, nfo incide sobre a natureza da pornografia, mas sobre os argumentos, considerados falaciosos, que visam restringir sua difusto. Aqui nos concentraremos especialmente na literatura pornografi- ca francesa, que, por sinal, influenciou enormemente a literatura por- nografica dos outros paises da Europa ocidental. Nao abordaremos as civilizagdes da india, do Extremo Oriente ou do Oriente Médio, mesmo sabendo que elas desenvolveram ricas tradigSes no campo da literatura de temética sexual, Dada a estreita relagdo existente entre a natureza das sociedades e as formas assumidas por suas produgdes pornograficas, temos evidentemente uma limitagao.

Alexandrian, Histoire de la littérature érotique, p. Em francés, foi o escritor N. De fato, porné, em grego antigo, designa a prostituta. Também podemos notar que, desde a Antiguidade, a "grafia" da pornografia oscila entre escrita e pintura. Que quadro, grande deus! A isso se acrescentam as condenagdes fundadas em consideracdes parafilos6ficas ou filoséficas". O aparelho judiciario apoia-se em cri- térios — necessariamente imperfeitos — que lhe permitem controlar a producaio e a circulagao de textos e de imagens; havemos de notar que a literatura pornografica é atualmente muito menos controlada do que os filmes, Qutras instancias sao levadas a recorrer a esse critério de classifi- cacéio; por exemplo, as redes de televisao e as revistas de programacaéo, os criticos de livros ou de filmes, os bibliotecdrios Naquilo que diz res- peito a literatura, nunca howve critérios seguros: a fronteira entre 0 licito, 9 ilicito e o tolerado sempre foi flutuante.

Eles foram julgados como pornograficos e, consequentemente, tratados pela justica como tais. Paris: J. Pauvert, , p. Quando adotamos essa perspectiva, podemos ser tentados a suspender os juizos de valor pejorativos associados 4 "pornografia", para apoiar-nos em critérios definidores neutros. Essa leitura é objeto de um contrato implicito, muito frequen- temente materializado pelo pertencimento a uma colegao: comprar um romance Harlequin é garantia de encontrar uma narrativa que visa, antes de tudo, suscitar determinado tipo de afetos mostrando personagens e situacdes em conformidade com os estere6tipos das relacdes amorosas.

O objetivo da excitacao sexual implica, desse modo, determinada atitude do leitor, como ressalta exatamente a definicao a seguir, que se pretende consensual: A pornografia representa, ou evoca claramente, um aspecto da natu- reza, ou da atividade sexual de um ou de varios seres humanos.

Bertrand e A. Na maior parte do tempo, os autores de textos pornograficos escrevem no interior de um circuito especializado, nao podendo, portanto, ignorar a intencdo pornografica vinculada a um texto que muito frequentemente é andnimo, impresso clandestinamente e difundido dissimuladamente. Mas determinado nimero de textos sao objeto de um consumo por- nografico, sem que o autor tenha tido essa intencdo.

No interior das produgdes pornograficas, devemos também. Além disso, temos ainda de distinguir os géneros de escrita porno- "Histé- rias obscenas", cancGes lascivas, insultos, manuais de educacao sexual Essas praticas dependem dos lugares e das épocas: nem todas as socie- dades tém uma literatura pornografica ou manuais de educagdo sexual. Dessa manei- ra, podemos considerar que alguns romances de Sade ou Sexus, de Henry Miller, sao textos que contém sequéncias pornograficas, sem poder falar propriamente de obras pornograficas.

Entao, compreen- der a obra de Sade é, necessariamente, buscar pensar 0 vinculo entre as sequéncias pornograficas e o restante da obra em que elas figuram. Nao pode ser considerado como pornografico todo texto que provoque alguma excitacdo sexual nesse ou naquele leitor, Te- mos obrigatoriamente de nos restringir aos textos que se apresentam como decorrentes da escrita pornografica.

Nada impede um leitor de encontrar estimulos sexuais em um texto que nao vise diretamente excitar seus leitores. Com efeito, tudo depende da maneira com que esses leitores se apropriam dele. Por exemplo, Vénus erdtica, de Anais Nin, texto am- biguo que ndo é nem plenamente uma obra pornografica, nem uma obra que estaria isenta as restrigdes do dispositivo pornografico.

Isso pode ser explicado pelas circunstancias da criagao desse livro. Mas como Anais Nin no péde se manter nesse registro "em varias passagens, de maneira intuitiva, utilizei a linguagem de uma mulher, descrevendo as relagGes sexuais tais quais uma mulher as vive" , o texto, de algum modo, faz parte dos dois quadros. A possibilidade de isolar sequéncias pornograficas possibilita um modo de leitura singular, Enquanto a paraliteratura romanesca geralmen- te supde uma leitura Gnica e linear, voltada para o desfecho, os textos pornogréficos nao estiio necessariamente destinados a uma leitura linear voltada para um termo.

Na verdade, varios leitores 36 leem as sequéncias pornograficas, e desordenadamente, Além do mais, eles frequentemente praticam leituras repetidas da mesma sequéncia, por menos que ela seja apreendida como particularmente excitante. Se com "género" designamos qualquer agrupamento de textos fundado em determinado critério, a literatura pornografica efetivamente constitui um género. Mas atual- mente, seja em teoria literéria ou em andlise do discurso, a tendéncia maior é fazer um uso mais restritivo da nogéo de género.

Nessa pers- pectiva, a literatura pornografica deve ser considerada mais como um tipo de discurso assim como 0 discurso politico, 0 discurso religioso, 0 discurso administrativo etc. As sequéncias por- nograficas podem ser encontradas em géneros muito diversificados, inclusive, como vimos, em textos que ndo derivam da pornografia. As obras pornograficas nao sao necessariamente relatos.

Mas a imensa maioria das obras pornograficas sao relatos. E isso se explica pelo fato de que o did- logo é a forma dominante nessa época, quando se trata de expor ideias sobre todos os tipos de assunto. Além disso, como esses textos porno- graficos foram escritos por humanistas, eles se inspiravam no protétipo constituido pelos Didlogos das cortesas etairikoi dialogoi de Luciano de Samosata século II d.

C , nos quais mulheres experimentadas ensinam a arte da prostituicao a iniciantes. A escrita pornogréfica, fundamentalmente, s6 funciona com ple- no rendimento em relatos em prosa. A poesia nao é uma forma de es- crita bem adaptada ao dispositivo pornografico; em contrapartida, ela convém perfeitamente ao erotismo e a libertinagem, como veremos adiante. Por natureza, a poesia poe efetivamente em primeiro plano a materialidade do significante verbal ali onde a escrita pornografica privilegia a transitividade da linguagem, tida como capaz de se apa- gar diante dos espetaculos que ela da a ver.

Quanto ao teatro, seu investimento na pornografia s6 pode ser mar- ginal. Além disso, pode-se duvidar de que os autores tenham efetivamente realizado 0 que as rubricas prescrevem.

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