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To browse Academia. Skip to main content. Log In Sign Up. Download Free PDF. História do amor no Brasil. Beatriz Sacramento. ISBN 1. Amor - Brasil - História 2. Casamento 3. Paixões I. Título CPD Brasil : Amor : Sociologia : História Bertrand Russel, Conquest of happyness. Este livro é dedicado à memória de Jean-Louis Flandrin, amigo e professor. Mas qual? A vitória do indivíduo? Os livreiros da rua Saint Jacques entrincheiram-se no fundo de suas lojas.

Todos querem saber notícias. Viera por terra ou por mar? Informações pessimistas circulam. As pessoas inquietam-se. Por mar, nesses tempos de neblina Entretanto, ela chega, finalmente, às vésperas do Carnaval.

Esgotado rapidamente, o livro passou a ser alugado por dias e mesmo por horas de leitura. A histeria em torno de uma história de amor é generalizada. O amor Espécie de maravilhamento sobre o qual somente os artistas, e talvez os amantes, possam nos dizer alguma coisa.

Deixa-nos perdidos. E — tarde demais — perdidamente enrolados. Sofrem emoções como quem sofre golpes. Passam por mil martírios. Descobrem-se vítimas de uma ferida recebida sem que se saiba como. Um amor que busca romper com velhas receitas, com fórmulas banais e com os clichês que se lhe impõem os costumes, as leis e as rotinas sociais.

E notar, é colocar a parte, é singularizar. Um, ou uma, entre todos. Um rosto, um nome. O eleito é distinto: superior como um rei ou distante como uma estrela. Cada cultura reserva-lhe um espaço privilegiado em seu sistema, representando-o à sua maneira. Como viveriam prazeres e dores em sua vida. Conseguiríamos surpreender quais paixões ou simples brincadeiras amorosas podem ter provocado experiência, felicidade ou dramas pessoais na vida de nossos antepassados?

Qual a natureza da intimidade entre homens e mulheres? Onde aparecia o desejo? Nossa vida amorosa é diferente da dos nossos avós? Essa ética sexual se impôs com maior ou menor rigor, dependendo de épocas e lugares, por muito tempo. E impregnou as mentalidades. Um prato cheio para pesquisadores curiosos! Sabemos, caro leitor, que homens e mulheres, ontem, nutriam idéias totalmente diferentes de nossas concepções de vida e do mundo, hoje.

E possível entendê- los? Podemos tentar, lembrando sempre que uma coisa é certa: um homem do século XVIII, por exemplo, tem de ser entendido em seu contexto. Gente humilde, sem letras, morando em simples palhoças, à beira de praias ou embrenhada pelos matos, curvada sobre suas rocinhas de alimentos e, mais tarde, vendendo serviços na cidade grande. Isso sem falar na massa silenciosa constituída por escravos, cujas tradições orais se perderam no tempo.

Temas como a família, a privacidade e o sexo. Uma dicotomia atravessa, todavia, a maior parte das fontes documentais. A pesquisa das intimidades no passado é coisa difícil. Com todos os seus riscos e perigos. Para isso, foram utilizados tanto documentos da época quanto pesquisas produzidas sobre o assunto.

Para tomar a leitura mais fluente, optei por eliminar as notas de rodapé. Os importantes trabalhos consultados encontram-se na bibliografia, no fim do livro. Ele tem a ver com esse homem total cuja cultura e vida tanto nos interessa. No passado, o assunto só era mencionado para descrever os amores de tal rei ou o adultério de tal rainha.

Ela responde, sim, ao imenso interesse que invade o observador quando este tenta interpretar a complexidade das realidades amorosas de outrora. Azar o delas. Histórias desse amor para sempre e, também, histórias de amor para nunca mais. Comecemos, leitor, com um pequeno exemplo. Muito barulho. Ressaltava, contudo, que tais disposições em nada podiam prejudicar seus legítimos herdeiros.

E que tanto bem-querer se traduzisse em bens materiais e escravos. Amar com sentimento de dever ou com afeto? Suportar a amante dentro da mesma casa como por vezes sucedia? Tudo isso e mais um pouco, como veremos. Na bagagem da chegada ao Novo Mundo, os portugueses trazem sua forma de vivenciar o amor. As tradições portuguesas — e européias, em geral — aportam na colônia que, no entanto, apresenta particularidades, como veremos neste capítulo.

Sua existência justificava-se por cuidar da casa, cozinhar, lavar a roupa e servir ao chefe da família com seu sexo. Independentemente de seu requinte ou rusticidade, as casas de outrora ensejavam, como lembra o historiador Ronaldo Vainfas, pouquíssimas oportunidades de vivências privadas. Mas se as autoridades reconheciam que havia uma lei da natureza que levava os indivíduos de sexo diferente a viverem juntos para a sobrevivência da espécie, elas distinguiam animais e homens. Ou em doença grave, nas teorias médicas da época.

Na França ou na Inglaterra a história dos sentimentos se fez com exuberância e esteve, a partir da segunda metade do século XVIII, articulada com a emergência do amor romântico e da família burguesa. Os sentimentos afloravam diretamente da experiência concreta. Mas que tipo de igualdade deveria presidir a escolha do cônjuge? Pelas leis da Igreja, aos 14 anos os rapazes podiam contrair casamento; as meninas estavam aptas a partir de No litoral sudeste, segundo a historiadora Maria Luiza Marcílio, os casamentos ocorriam em torno dos 21,6 anos para os homens e dos 20,8 para as mulheres: uma diferença, portanto, menor.

Passados os 30 anos, solteiros encontravam grande dificuldade para contrair matrimônio, mesmo o sacramento sendo pouco recebido na colônia. Nessa época, apenas membros das classes subalternas conseguiam escolher seus cônjuges de forma mais espontânea.

Um exemplo? Desde sempre, a mulher ideal: pura, generosa, fiel e Casamento: negócio para a vida toda A indissolubilidade do matrimônio, estabelecida pela doutrina da Igreja Católica, era usada como principal argumento a favor de uma escolha cuidadosa visando ao futuro do que um entusiasmo presente ditado pelo interesse físico ou outros.

E quanto ao casório propriamente dito? Por quê? O conceito desse amor que devia ser vivido pelos casados denunciava, com desprezo, os afetos excessivos. Desde que o Concilio de Trento liberara, pelo menos teoricamente, a mulher da tirania do direito romano, uma vez que a monogamia fora definitivamente estabelecida, a indissolubilidade proclamada, os maridos proibidos de repudiar suas mulheres e relaxados os casamentos forçados, a mulher precisava ser reinscrita em um sistema de hierarquia e obediência.

Ela devia inspirar sentimentos que os moralistas procuravam desenhar, sem borrões. Tudo, de preferência, na santa paz do Senhor. Impunha-se uma dicotomia sexual, na qual o homem era ativo e a mulher, passiva. Virgindade e continência seriam preferíveis à sexualidade conjugal, que, por sua vez, seria melhor que a incontinência.

Sobre o papel da mulher durante o coito, fazia-se eco aos conselhos de Aristóteles: que nenhuma mulher, mas nenhuma mesmo, desejasse o lugar de amante de seu marido. O que se procura é cercear a sexualidade, reduzindo no mínimo as situações de prazer.

Essas idéias, expressas em meados do século XVI, constituem ainda hoje a moral que rege parte das relações pré-matrimoniais. Era proibido evitar filhos. Era proibido à mulher colocar-se por cima do homem ou de costas.

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  • Em Lisboa, as cadeirinhas, ornadas de esculturas, estacionavam nas praças a fim de deixar conversar, por entre as cortinas, os enamorados. Paris dominava o mundo. Lopes, C. O cristianismo fez do matrimônio um sacramento. Ela se restringe à mulher, ao marido e aos filhos e concentra as tensões no adultério. Imediatamente a seguir, a homossexualidade, associada a uma herança mórbida, tornava-se alvo de estudos clínicos. Ela levou consigo seu segredo para a sepultura; a pobre moça amava!
  • O lugar de seu adorado professor fica sendo a memória, a lembrança. Ambos adquiriam uma alma de pastor enamorado, faziam da bem amada sua heroína, cantando-lhe a beleza do rosto ou dos pés. O privilégio dado por M. Deleuze, G. Muitas loiras, muitas brancas, algumas pardas, poucas pretas. Entre imigrantes, um namoro, um noivado e uma gravidez podiam mesmo começar a bordo, a caminho do Novo Mundo.
  • Observar aquelas garotas no quarto, parecendo estarem se divertindo, foi uma cena no mínimo inusitada. Foi nesse Rio de Janeiro que desembarcaram, a 8 de março de , o futuro monarca e a família real. Se as sortes se mudassem, da mesma maneira quisera o marido ser tratado e sofrido da mulher. O esposo divino podia ser igual ao marido terreno, violento e vingativo. No primeiro caso, o acesso aos padres era relativamente garantido, o que facilitava o casamento.

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