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Londrina : UEL, p. Inclui bibliografia. Linguagem poética Congressos. Literatura História e crítica Congressos. Linguística Congressos. Poesia sonora História e crítica Congressos. Fernandes, Frederico Augusto Garcia. Permite a ele ter um olhar crítico sobre o seu próprio fazer, de modo a pensar conceitos e formas de. Vista nesta perspectiva, uma cartografia de poéticas orais tem como objetivo principal realizar um estudo dos diferentes olhares críticos em torno da poesia oral e propiciar o debate em torno de ideias.

Frederico Augusto Garcia Fernandes. Londrina, 17 de julho de Os organizadores. Vivian Karina da Silva Cantei a casinha velha De velha pobrezinha. Cantei a colcha furada Estendida no lagedo; Muito sentida, Pedi remendos pra ela. E prossegue demonstrando certa perplexidade Qualquer um podia pagar. Rejeitara esses, os ladinos. Com sensibilidade, Coralina adentra esse universo e através de sua memória. Eu sou aquela menina feia da ponte da Lapa. Eu sou Aninha. A forma em que ele é construído rememora-se as ladainhas proferidas nas novenas.

Santa Luzia passou por aqui No seu cavalinho Comendo capim. Santa Luzia guarda os meninos inocentes, que tudo vêem meus olhos, um dia, foram meninos de Santa Luzia. Como é o caso do menino que pediu a Santa que o permitisse ver só um pedacinho do sol o que foi atendido,.

Ou ainda, a histórias de habitantes da cidade: Maria era peticega Santa Luzia sarou. José tinha branca A menina dos olhos. Santa Luzia deu jeito. Bota o mato abaixo. Chega terra O milho avoa.

Milho crescendo, garfando, esporando nas defesas Milho embandeirado. Embalado pelo vento. Pessimismo recalcando Aquele que pensava evoluir Vintém poupado, vintém ganhado Estatuto econômico.

Mote gravado No corpo de algumas emissões. Na pataca da miséria o diabo tem sempre um vintém Isto se dizia, quando moça pobre se perdia. Era a Sabedoria que falava. Vigorando desse modo, toda sorte de preconceitos. Através das rememorações, Coralina apresenta a vida de muitas pessoas, revisita lugares, reflete sobre os sentimentos com a desenvoltura de quem conta causos. E incorpora as coisas narradas à experiência dos seus ouvintes.

Ela é do carnaval! Solta a Joana, - respondia o corso. Solta, solta. Com pimenta ou sem pimenta. Nós queremos é brincar. Solta, solta a Joana p. Figurinista original e ousada. Tinha lançado moda de ramo de pimenta malagueta no penteado alto, do tempo [ Inventava, figurinava.

Figurinou a moda: penteado alto, barrete frígio, símbolo republicano recém-implantado. Um dia lançou novidade, nunca vista, sonhada sequer: Ramo de pimenta malagueta no penteado Sei que as pimenteiras foram desgalhadas. Deste modo, muito mais do que condimento ou enfeite, no conto a pimenta transforma-se em atributo identificador das duas mulheres, porém apresenta resultados díspares: para Anoca Santa Cruz, de família renomada da cidade, a moda da pimenta, sob os olhares conservadores, é aceita com reservas, recebida e interpretada como excessos da mocidade.

O eu lírico mostra ainda os avanços temporais, marcados pelas expressões naquele tempo e hoje, em que se pode perceber que os julgamentos a comportamentos considerados ousados naquela época, possivelmente seriam mais brandos na atualidade.

A criada Joana, entusiasmada com a idéia de sua senhora, tenta à sua maneira, seguir a moda. Seu foco mais uma vez recai sobre os socialmente obscurecidos. O que apresenta certa coerência, afinal trata-se do carnaval, festa que permite inversões de papéis.

Como cria-ventre livre da casa de Luiz Nunes , p. Alegria geral! Delineando ainda, a trajetória dos contos de Cora Coralina e a oralidade pode ser observada no conto Campo Sales, presente no livro Estórias da Velha Casa da Ponte , além de seu cunho memorialístico, revela em sua tessitura, críticas ao sistema social e também o discurso.

Contratado para limpar a casa de uma família recém-chegada à cidade, o serviço é realizado com capricho e a dona da casa, grata pelo serviço, presenteia Campos Sales com uma calça usada; este, ao encontrar uma boa quantia em dinheiro nos bolsos da velha calça, devolve o dinheiro à mulher que fica admirada com tamanha lealdade. Passado algum tempo, o personagem morre sem receber seus direitos como ex-soldado.

O conto traz um narrador em primeira pessoa que vai pontuando certas características do personagem, além de enfatizar que fora testemunha dos fatos: Quem da gente mais antiga da Jaboticabal inda se lembra de Campos Sales?

Campo Sales, eu o conheci. Durante o dia, lavando casas de família; de noite, às dez horas, lavando os bares do comércio.

Primeiramente, descreve o aspecto físico do personagem, seu cotidiano difícil; com isto, vai elucidando gradativamente um pouco do homem, suas dificuldades e seu discurso revestido de uma polidez servil. Ganhou sua liberdade, sua alforria de negro cativo, vestindo a farda de soldado brasileiro e pelejando, com valentia, nos esteros do Paraguai.

Mostrava suas velhas cicatrizes. Pontaços de lanças inimigas , p. O conto registra em suas entrelinhas que fatos relatados pela história oficial ocultavam grandes outras verdades. Essa proposta levou tantos escravos para a guerra que José J. Chiavenatto, em seu estudo, constata: Entre os aliados brasileiros, argentinos uruguaios - para cada soldado branco havia vinte e cinco mulatos ou negros. No exército do Império do Brasil, para cada soldado branco havia nada menos que quarenta e cinco negros , p.

A história de Campos Sales mostra a trajetória de um homem humilde, por meio dela é feito um recorte da história do Brasil, trazendo simultaneamente traços de uma memória histórica através desse soldado que voltara da guerra, fisicamente deformado: Perdeu seu aprumo vertical. Passou a andar dobrado e contava que muitos companheiros ficaram aleijados como ele.

Campos Sales, homem justo e trabalhador, ao passo que o Estado retém os direitos de quem serviu o país. Fazia tempo que seu magro corpo dobrado descansava numa cova humilde no cemitério da linda cidade , p. O foco da narrativa desvia-se da. E quando trata de figuras humanas, traça o percurso dos oprimidos; daqueles esquecidos pelo sistema social. Desse modo, por um texto pretensamente simples, a poeta passa a sua mensagem sempre surpreendente, instigante e renovadora.

Literatura e Feminismo: propostas teóricas e reflexões. O humilde cotidiano de Manuel Bandeira. Os pobres na literatura brasileira. Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre literatura e história da cultura.

Sérgio P. Vol 1. BOSI, Ecléa. Memória e sociedade: lembrança de velhos. UFG, p. Goiânia: Cultura Goiana p. Genocídio americano: a guerra do Paraguai. O narrador ensimesmado. A memória coletiva. Laurent Leon Schaffter. História e memória. Trad Irene Ferreira [et al]. Campinas: Unicamp, p. A mulher na idade Média. Cora Coralina Professora de Existência. Refazendo nós. Ensaios sobre mulheres e literatura.

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